Fim de semana conta com diversas atrações para pet lovers

Encontro da raça Beagle, feirinha de adoção e aula de adestramento são alguns dos eventos promovidos pelo HiperZoo

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Considerados membros da família, os cães estão cada vez mais presentes também nos programas familiares ou, até mesmo, sendo o foco principal da programação. Prova disso são as atrações que compõem o calendário de eventos do pet center HiperZoo, localizado no bairro Parolin, em Curitiba.
Quem deseja adotar um animalzinho pode conferir a feirinha de adoção, que é realizada semanalmente em parceria com ONGs de Curitiba. No sábado (2), o Beco da Esperança estará presente, das 11h às 16h, com cães e gatos (adultos e filhotes), que esperam por um novo lar. Para adotar, o interessado deve ter mais de 21 anos, responder a uma entrevista sobre os motivos de adoção, aceitar receber a visita de um voluntário da ONG, e apresentar RG, CPF e comprovante de endereço para assinar o termo de adoção. Para quem deseja ter um gato como amigo, ainda é necessário ter caixa de transporte e possuir telas de proteção nas janelas de casa.
A partir das 17h inicia mais uma aula do programa de adestramento coletivo promovido pelo pet center em parceria com a Meu Cão Companheiro. Com o tema “Controle de ansiedade e stress”, a aula será ministrada pelo comportamentalista Rafael Wisneski e promete sanar as principais dúvidas dos tutores. “Com a correria e compromissos da vida moderna, os tutores acabam esquecendo que é importante para os cães manterem atividades próprias da sua espécie e isso acaba gerando ansiedade, tédio e estresse nos bichinhos. É preciso saber identificar esses sintomas e desenvolver boas práticas que melhorem o bem-estar dos pets”, relata o comportamentalista. Para participar é preciso se inscrever na loja apresentado cupom fiscal de compras. As vagas são limitadas a vinte tutores com seus cães.
Encontro de raças
Eternizada pelo memorável personagem Snoopy, a raça Beagle é uma das mais adoradas pelos apaixonados por animais. Simpáticos, aventureiros, alegres e excelentes companheiros, esses cães prometem agitar o domingo (3) em mais um encontro de raças promovidos pelo HiperZoo. O evento acontece das 14h às 17h e tem entrada gratuita.
Além da oportunidade de socialização, os cães podem se divertir em um espaço seguro, brincar na piscina de bolinhas, participar de sorteios e ainda desfrutar de uma experiência como modelos fotográficos. O estúdio Mayara Moraes Fotografia Pet estará presente, fotografando os animais em estúdio. Para participar basta apresentar um cupom fiscal da loja.
Já os tutores que desejarem aprender mais sobre educação e comportamento da raça, podem participar da palestra “Beagle comportado e treinado”, com o comportamentalista Rafael Wisneski. A entrada é gratuita, com início às 16h.
Serviço
Feirinha de adoção com Beco da Esperança
Quando: sábado, 2 de fevereiro, das 11h às 16h
Aula de adestramento Controle de ansiedade e stress” com Rafael Wisneski
Quando: sábado, 2 de fevereiro, das 17h às 18h
Entrada: apresentação de cupom fiscal do HiperZoo
Encontro de cães da raça Beagle
Quando: domingo, 3 de fevereiro, das 14h às 17h
Foto brinde profissional com a fotógrafa de pets Mayara Moraes
Quando: domingo, 3 de fevereiro, das 14h às 18h
Entrada: apresentação de cupom fiscal do HiperZoo
Vagas: limitadas
Palestra “Beagle treinado e comportado” com Rafael Wisneski
Quando: domingo, 3 de fevereiro, das 16h às 17h
Entrada: gratuita, com sorteio de brindes e promoções no interior da loja
HiperZoo – Rua Desembargador Westphalen, 3.448 – Curitiba/PR
Telefone: (41) 3051-7777
Sobre o HiperZoo
Inaugurado em outubro de 2016, o HiperZoo disponibiliza mais de 20 mil produtos e serviços voltados ao mercado pet. A loja localizada em Curitiba foi inspirada no mercado americano e possui dois andares, estacionamento próprio com 40 vagas e conceito de shopping center, numa área total de três mil metros quadrados. www.hiperzoo.com.br

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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