​Rio 2016: Curitibano comandará atendimento médico de atletas do vôlei de praia

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O ortopedista Lúcio Ernlund, especialista em Medicina Esportiva (joelho e ombro), foi convidado pelo comitê organizador para capitanear o atendimento médico aos atletas da modalidade voleibol de praia nos Jogos Olímpicos Rio 2016.
Ernlund, que é diretor médico do Instituto de Joelho e Ombro de Curitiba, presidente da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte (SBRATE) e ex-Diretor Médico da equipe do Coritiba, será venue medical management (VMM), ou seja, gerente médico da instalação voleibol de praia, que será disputado durante o período de 5 a 21 de agosto. Além disso, ele coordenará toda equipe de médicos voluntários que realizará atendimento aos atletas desta modalidade.
Segundo Ernlund, o convite do comitê organizar é um reconhecimento ao trabalho exercido por ele na medicina esportiva, há mais de 25 anos. “Além disso, o vôlei de praia é uma das modalidade que traz boas expectativas ao País, já que é um dos esportes responsável por diversas conquistas e medalhas para o Brasil, tanto na categoria feminina, quanto na masculina”, celebra.
O evento contará com cerca de 4.500 pessoas atuando na área médica, divididas nos locais de competição, realizando atendimentos pré-hospitalares. “Os profissionais farão atendimentos de emergência dos atletas nos locais de competição. Os casos mais complexos serão tratados na policlínica ou nos hospitais de referência”, explica Ernlund.
A policlínica terá capacidade para atender cerca de 20 mil pessoas, dentre elas 10.500 atletas e demais profissionais das delegações que estarão na Vila Olímpica. “Será uma estrutura médica gigante montada exclusivamente para os jogos olímpicos Rio 2016”, destaca.
Evento – Em outubro, Curitiba sediará o Congresso Médico Pós-Olimpíada. No encontro, os especialistas farão uma análise sobre a Olimpíada, na pauta estão assuntos como lesões, técnicas, prevenções, experiência internacional nos grandes eventos esportivos, dentro outros. O evento já tem confirmada a presença de Lars Engebretsen, diretor médico do Comitê Olímpico Internacional (COI).​

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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