10 de julho é Dia Nacional da Pizza: confira 3 receitas saudáveis para celebrar sem culpa

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Ingredientes leves e recheios nutritivos permitem que o prato preferido da maioria dos brasileiros seja consumido com mais frequência e dentro de um plano alimentar equilibrado

O Dia Nacional da Pizza será comemorado  no próximo sábado (10) em todo o Brasil. Mas você sabe o porquê da data? Criada na Itália, a pizza se popularizou no mundo inteiro  e encontrou na cidade de São Paulo um local propício para se tornar um sucesso, dado o grande número de imigrantes italianos que fixou endereço na capital paulista. Foi por isso que, em 1985, o secretário de turismo do Estado, Caio Luiz de Carvalho, promoveu um concurso para eleger as dez melhores receitas das pizzas de muçarela e napolitana. A adesão ao concurso foi tão grande que Carvalho sugeriu que o dia do encerramento do evento se tornasse a data nacional  para homenagear a pizza. 

É difícil encontrar quem resista à iguaria, e prova disso é que o Brasil é o segundo país do mundo no ranking global de consumo de pizzas, ficando atrás somente dos Estados Unidos. Por dia, mais de um milhão de pizzas são consumidas por aqui. Uma pesquisa da Galunion, em parceria com o Instituto Qualibest  sobre comportamento alimentar na pandemia, mostrou que 93% das pessoas adotaram de vez o hábito de cozinhar em casa. No levantamento anterior, foram listados os alimentos de maior preferência para preparação e consumo, e a pizza representou 73% da escolha entre os participantes. 

Pizzas saudáveis existem?

Normalmente, a versão tradicional da pizza tende a ser preparada com ingredientes de alto teor calórico e carboidratos refinados, além de recheios ricos em gorduras saturadas. Mas, se a receita for adaptada com itens mais saudáveis e nutritivos, é possível consumir o prato com mais frequência, dentro de um plano alimentar equilibrado, permitindo “comer sem culpa”.

A engenheira de alimentos e gerente de pesquisa e desenvolvimento da Jasmine Alimentos, Melissa Carpi, explica que a elaboração de produtos cada vez mais saborosos vem sendo uma estratégia crescente da indústria de alimentos saudáveis no mundo. “Essa tendência global é a prova de que é possível consumir produtos mais saudáveis de forma prática, apenas substituindo a farinha de trigo refinada pela integral, com impacto super positivo à saúde”, diz. 

Aproveitando ingredientes e produtos da marca, a Jasmine elaborou três receitas de pizzas feitas à base de massas nutritivas e recheios saudáveis, pensando na biodisponibilidade de nutrientes e fitoativos e na promoção do bem-estar físico e mental: 

Pizza Napolitana Low Carb

Ingredientes

  • 1 xícara (chá) de Farinha de Chia Jasmine
  • 1 xícara (chá) de Farinha de Linhaça marrom Jasmine
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
  • 1 colher (sopa) de fermento químico
  • 2 ovos (podem ser substituídos por ovos veganos)
  • 1 xícara (chá) de água
  • Sal a gosto

Sugestão de recheio

  • Molho de Tomate Orgânico com Manjericão Jasmine
  • Queijo vegano ou queijo muçarela (de búfala é ainda mais saudável)
  • Tomate cereja
  • Folhas de manjericão fresco

Modo de preparo: bata os ovos, junte o azeite e, aos poucos, acrescente as farinhas. Adicione a água e misture bem até formar uma massa. Coloque o fermento e mexa novamente. Tempere com sal e coloque em um prato untado com azeite. Deixe descansar por 20 minutos. Asse por aproximadamente 20 minutos. Cubra com o queijo e o tomate e termine de assar por mais 15 minutos. Decore com manjericão e sirva.

Benefícios: farinhas de chia e linhaça agregam alto valor nutritivo de gorduras monoinsaturadas, ômega-3 vegetal e fibras prebióticas à receita. Dessa forma, é possível reduzir o teor de carboidratos, como é comum na pizza tradicional. A sugestão de recheio é leve e ajuda a dar um sabor harmonioso na preparação, devido ao manjericão fresco.

Pizza Integral de Cogumelos

Ingredientes

  • 2 xícaras (chá) de Farinha Integral Jasmine
  • ½ xícara (chá) de Linchia (Linhaça + Chia) Jasmine
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
  • 1 colher (sopa) de fermento químico
  • 2 ovos
  • 1 xícara (chá) de água
  • Sal a gosto

Sugestão de recheio

  • Passata Orgânica Jasmine
  • Queijo muçarela
  • Cogumelo Shitake picado (pode ser substituído por Shimeji ou Porto Belo)
  • Folhas de rúcula

Modo de preparo: bata os ovos, junte o azeite e, aos poucos, acrescente a farinha integral e a linchia. Adicione a água e misture bem. Coloque o fermento e mexa. Tempere com sal e coloque em um prato untado com azeite. Deixe descansar por 20 minutos.Coloque no forno por aproximadamente 30 minutos para assar bem a massa integral. Cubra com o recheio e asse por mais 15 minutos. Decore com as folhas de rúcula e sirva.

Benefícios: a receita de pizza com farinha de trigo integral traz um sabor semelhante à pizza tradicional, contudo, apresenta maior teor de fibras solúveis, ajudando na absorção controlada do carboidrato da própria massa. O recheio de cogumelos fornece alto índice de vitaminas e minerais, tornando a preparação ainda mais saudável.

Pizza de Escarola Sem Glúten

Ingredientes

  • 2 xícaras (chá) de Aveia Flocos Finos Sem Glúten Jasmine
  • 1 colher (café) de sal
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 9 colheres (sopa) de água

Sugestão de recheio

  • Molho de tomate Orgânico Jasmine a gosto
  • Muçarela de búfala
  • Folhas de escarola
  • Palmito em tiras
  • Azeitonas cortadas

Modo de preparo: misture a aveia em flocos finos com os ingredientes e jogue aos poucos a água. Sove com a mão e deixe descansando por 10 minutos em um recipiente untado com azeite. Abra a massa em forma de pizza e leve para assar por 25 minutos. Coloque o recheio e asse mais 15 minutos.

Benefícios: a aveia é uma fonte de fibras betaglucanas que possui propriedades significativas na modulação do intestino. Dessa forma, essa receita de pizza agrega alto teor nutricional no cardápio, além de ser uma versão inclusiva na rotina de pessoas com restrição ao glúten. O recheio proposto para essa massa ainda oferece mais fibras e um equilíbrio de vitaminas e minerais. 

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos saudáveis de verdade e qualidade de vida. A operação da Jasmine começou de forma artesanal há 30 anos, no Paraná. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. Desde 2014, a marca pertence ao grupo francês Nutrition et Santé, detentor de outras marcas líderes no segmento saudável na Europa.

Mais informações: www.jasminealimentos.com 

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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