10 filmes para ensinar empreendedorismo às crianças

Há muitas formas de se aprender. Do processo de copiar lições, passando pela pintura com tinta guache, construção de maquetes e montagem de peças de teatro, cada uma delas contribui significativamente para o crescimento das crianças. Com o empreendedorismo não é diferente. “O desenvolvimento de habilidades empreendedoras em crianças no processo escolar passa por diversas ferramentas e métodos”, explica o coordenador pedagógico da Conquista Solução Educacional, Ivo Erthal.

O cinema é uma dessas ferramentas. De acordo com o especialista, as produções audiovisuais têm um papel importante na consolidação das habilidades e conceitos inerentes ao empreendedorismo. “A linguagem cinematográfica costuma atrair a atenção das crianças, seja pela qualidade das imagens, sons ou trilha sonora. O enredo e seus detalhes podem nos revelar aspectos importantes para educar crianças empreendedoras”, detalha. Erthal indica dez títulos que podem ajudar nessa missão. São filmes que apresentam elementos para discussão e aprendizagem sobre ações inovadoras, motivação, criatividade e empatia, características que compõem o universo do empreendedorismo.

As aventuras de Peabody e Sherman (2014)

Cheio de referências históricas, “As aventuras de Peabody e Sherman” tem um enredo atraente, divertido e aventureiro. O foco principal da história é uma viagem no tempo, mas, no fundo, o que está em jogo de verdade é a habilidade de Peabody de ser pai. “O filme é uma lição para adultos e crianças”, afirma o especialista.

Operação Big Hero (2014)

Focado no universo da tecnologia, o roteiro de “Operação Big Hero” desperta a discussão e o interesse por essa área, tão presente atualmente em todos os aspectos da vida humana, incluindo a educação. Além disso, a história traz muitas questões relacionadas a novas profissões, o que também ajuda a pensar no futuro profissional das crianças.

FormiguinhaZ (1998)

Sucesso à época de seu lançamento, essa animação desperta um debate sobre como é possível conciliar a individualidade com a ética da coletividade. Para Erthal, o filme “tem como elemento coadjuvante a definição de um propósito de vida e como alcançá-lo, o que o torna extremamente didático e ilustrativo”.

O Menino e o Mundo (2013)

Essa animação brasileira foi indicada ao Oscar de Melhor Animação em 2016, além de ter levado outros prêmios importantes a nível mundial, como o Grande Prêmio da Monstra – Festival de Cinema de Animação de Lisboa. Sem usar linguagem falada, a obra conta a história de uma criança à procura do pai e mostra as consequências dessa busca.

Zootopia (2016)

Com um roteiro original e produção cuidadosa, o filme traz discussões importantes a respeito de temas como preconceito, violência e outros problemas enfrentados nas cidades. A linguagem é acessível a crianças e mostra as complexidades e contradições da vida em sociedade, o que é fundamental para que os pequenos cresçam compreendendo a importância de suas atitudes no mundo.

O Rei Leão (1994)

Esse é um clássico amado por gerações. Ainda assim, o filme contém elementos que podem ser discutidos com crianças para além do enredo principal. “O Rei Leão fala do cuidado com os relacionamentos, além de discutir as fases e, principalmente, o sentido da vida. Dessa forma, é possível debater esses temas, tão imprescindíveis no universo do empreendedorismo”, destaca.

Walt Antes do Mickey (2015)

A história de Walt Disney, criador de um dos maiores impérios de fantasia do mundo, pode ser inspiradora para pessoas de todas as idades. Apesar de ser um filme biográfico para adultos, ver como nasceu a Disney é empolgante. A principal lição do filme não é a história do sucesso, mas tudo o que Walt precisou enfrentar para chegar até ele. Um dos pontos altos é a apresentação de Walt como uma criança sonhadora que perseguiu seus objetivos.

Ratatouille (2007)

Um ratinho cozinheiro está cansado da vida que leva e busca uma oportunidade para trabalhar com aquilo que ama: os muitos sabores da cozinha. Ratatouille tem todos os elementos necessários para encantar as crianças e, ao mesmo tempo, ensinar lições valiosas sobre dedicação, persistência e visão de futuro.

Divertida Mente (2015)

“Quando falamos de empreendedorismo, a inteligência emocional é um fator indispensável. Divertida Mente já é, há algum tempo, uma referência nesse assunto, tanto no âmbito familiar, quanto no ambiente escolar”, detalha Erthal.

O Menino que descobriu o vento (2019)

Por meio dos conhecimentos desenvolvidos na escola, um menino consegue desenvolver soluções para os problemas enfrentados pela família e pelas pessoas da sua comunidade. Inventividade e persistência são as tônicas desse drama que é, também, muito motivacional.

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Sobre a Conquista Solução Educacional

A Conquista é uma solução educacional que oferece aos alunos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio uma proposta de educação que tem quatro pilares: a educação financeira, o empreendedorismo, a família e a educação socioemocional. Com diversos recursos, material didático completo e livros de Empreendedorismo e Educação Financeira, o objetivo da solução é ajudar, de forma consistente, os alunos no processo de aprendizagem e estimular o desenvolvimento de suas capacidades. Atualmente, mais de 2 mil escolas de todo o Brasil utilizam a solução. 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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