14 assuntos que podem ser tema de redação nos vestibulares 2017

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Pós-verdade é a principal aposta, seguida de debate político e discursos intolerantes

O último trimestre do ano é marcado por vestibulares em todo o País e, entre os principais fatores de classificação dos vestibulandos, está a redação. Dependendo da universidade e do curso escolhido, a nota alcançada no texto garante – ou não – a vaga. No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que acontece nos dias 5 e 12 de novembro, o aluno precisa ter uma média ainda maior na redação, comparada às outras disciplinas da prova.

Uma das principais dicas do professor de Redação do Curso Positivo, Wellington Borges Costa, conhecido como Wella, é a divisão do tempo para a escrita. Segundo ele, quando a prova de redação ocorre junto com outras provas, como é no caso do Enem, é aconselhável começar e terminar pela redação. “O ideal é começar a prova escrevendo o rascunho e só voltar a mexer no texto depois de feitas todas as questões e ter passado tudo para o gabarito”, explica. Ele ainda alerta que a transcrição não deve ser simplesmente copiar. “O passar a limpo deve implicar intervenções no rascunho, tornando o texto sempre melhor”, diz.

Para um texto de destaque, que conquiste a banca, Wella indica o uso do argumento de prova concreta, em que o vestibulando cita fatos históricos ou jornalísticos como argumentação. E, para um bom conteúdo e proximidade com o tema, a indicação de leitura é a imprensa. “Deve-se ler e ter o hábito de acompanhar jornais, ainda que pela internet, para estar atento ao debate público”, orienta, lembrando também da importância de priorizar os veículos com credibilidade. “A leitura de imprensa deve ser minimamente respaldada por alguma responsabilidade ética jornalística”, ressalta.

E a credibilidade da imprensa não fica apenas nas indicações de leitura. Para o professor, entre as apostas de temas solicitados pelos vestibulares, está a pós-verdade. “A aquisição da informação tem a ver justamente com o uso das redes sociais, com o consumo de conteúdo noticioso sem crédito que tem se difundido na rede”, justifica. Outros assuntos que também devem ficar no radar dos vestibulandos, segundo o professor, são:

  • Reforma trabalhista.

  • Reforma da previdência.

  • Terceirização da mão de obra.

  • Corrupção.

  • Reforma política.

  • Voto distrital.

  • Reformas do processo eleitoral (voto facultativo, voto obrigatório, questionamento da democracia representativa)

  • Ideologia de gênero.

  • Homofobia ou transfobia.

  • Discursos intolerantes (religiosos, políticos, ideológicos, etc.).

  • Substituição da palavra escrita pela imagem e fotografias nas redes sociais.

  • Mobilidade urbana.

 

Sobre o Curso Positivo

Fundado em 1972, o Curso Positivo nasceu de um sonho de um grupo de jovens professores, apaixonados pela profissão, que se uniram por um ideal: criar um curso pré-vestibular diferente, que acompanhasse os estudantes até os dias que antecediam o vestibular – algo pioneiro no Brasil, no início da década de 70. Desde então, o Curso Positivo se estabeleceu como uma instituição de destaque, registrando, historicamente, o maior índice de aprovação nos vestibulares mais concorridos das mais importantes faculdades e universidades do Paraná, bem como excelentes resultados nos exames das principais instituições de Ensino Superior do Brasil. O Curso Positivo conta com duas sedes em Curitiba (PR) e uma em Joinville (SC) e dispõe de uma equipe de professores com grande experiência, material didático de alta qualidade para a melhor preparação e um inovador sistema de aulas dinâmicas totalmente focado na aprovação dos vestibulandos. O Curso Positivo utiliza o Sistema Positivo de Ensino, da Editora Positivo, que fornece sistemas de ensino de vanguarda para escolas públicas e particulares, atingindo atualmente mais de 2 milhões de alunos no Brasil e no Japão.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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