20 de janeiro – Dia do Farmacêutico

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Segmento pet vem despertando cada vez mais interesse dos profissionais da área

Neste 20 de janeiro é celebrado o Dia do Farmacêutico. Considerada a quinta profissão que mais inspira confiança na população brasileira, segundo dados do estudo In Trust Professions, conduzido pelo instituto alemão GFK Verein em 2014, a atividade surgiu em 1338, em Portugal.
Além do atendimento em balcões das farmácias, onde o profissional precisa ter habilidade para compreender mesmo as caligrafias mais difíceis, o farmacêutico pode atuar no setor de análises clínicas, desenvolvimento de cosméticos, bioquímica, controle de qualidade, tratamento de água, entre outros. Há alguns anos, cresceu o número de profissionais do setor que investiram no segmento de manipulação veterinária, seja por gostarem de animais ou pelo espírito empreendedor, já que o setor vem crescendo a cada ano.
Um exemplo é a primeira rede de franquias de manipulação veterinária do Brasil, a DrogaVET, na qual 60% dos franqueados são farmacêuticos.
“Adoro animais e, em 2001, comecei a pesquisar um pouco mais sobre o mercado pet. Aí surgiu uma ideia: por que não aliar esse amor por animais com meu conhecimento em farmácia de manipulação? Assim, consegui unir minhas grandes paixões investindo em um segmento totalmente inovador e diferenciado”, conta Sandra Schuster, farmacêutica e sócia-fundadora da DrogaVET.
Inaugurada em 2004, hoje a rede já conta com 33 lojas em todo o Brasil e planeja abrir mais 40 lojas até 2020. “A grande maioria dos candidatos a franqueados que nos procuram são farmacêuticos, certamente motivados pelos números do setor e a afinidade com os animais” comenta.
No Brasil não existem cursos de manipulação veterinária e, para garantir a qualidade e padrão da marca, a rede realiza treinamentos internos periódicos e conta com o suporte de consultorias internacionais. “O segredo deste negócio é pesquisar muito e desenvolver produtos que atendam às necessidades dos médicos veterinários, tutores e principalmente dos animais.” diz Sandra.
Atualmente, a DrogaVET manipula inúmeros produtos, desde antibióticos até lenços umedecidos para limpeza da região ao redor dos olhos dos animais. A possibilidade de produzir a medicação na dose exata para o pet, muitas vezes sendo possível a associação de mais de um ativo em um mesmo produto, e com o sabor preferido pelo pet, está agradando cada vez mais aos clientes. “Desde que descobri as facilidades dos medicamentos manipulados sempre solicito ao veterinário que já receite essa opção, que é personalizada e mais fácil de dar ao pet” comenta Nathaly Friss, tutora da Estrela.
A rede também aposta em inovação e patrocina alguns estudos em parcerias com grandes universidades, como PUC e UFPR.
 
Sobre a DrogaVET
Criada em 2004, a DrogaVET está presente em mais de 30 cidades brasileiras e desenvolve medicamentos, suplementos e vitaminas tanto para pets (de companhia), quanto para animais de esporte, ornamentais, silvestres, de exposição e outros. A empresa alia um rigoroso controle de qualidade ao uso racional e eficiente de medicamentos, proporcionando economia aos proprietários, maior aceitação pelos animais e melhores resultados nos tratamentos ministrados pelos médicos veterinários.
Entre os diferenciais da manipulação veterinária da DrogaVET está a possibilidade de produzir formas farmacêuticas variadas que auxiliam a adesão do animal ao tratamento. Exemplo disso são as fórmulas que podem vir em formato de biscoitos com o sabor preferido do pet. As doses também são personalizadas conforme a necessidade e o peso do animal, evitando desperdícios. Mais informaçõeswww.drogavet.com.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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