2021 começa com aumento na oferta de postos de trabalho

Empresa paranaense prevê expansão e abre 200 novas vagas

O primeiro trimestre de 2021 deve registrar aumento no número de vagas formais de trabalho. Saúde, e-commerce e tecnologia foram alguns dos setores que mais contrataram em 2020 e a tendência é que continuem em expansão neste ano.

A Neodent, terceira maior empresa de implantodontia do mundo, vai abrir até março 200 vagas nas áreas de produção, qualidade, logística, processos e manutenção. A maior parte dos postos de trabalho é para compor o time de Produção e Logística da empresa, além de apoiar o crescimento no quadro da ClearCorrect e da nova fábrica da empresa, que entrou em operação em Curitiba no ano passado, com investimentos de R$ 150 milhões. As vagas também estão sendo ofertadas em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Juiz de Fora (MG) e São José do Rio Preto (SP).  

“Nos reinventamos na pandemia: investimos no atendimento remoto, gerenciamento de custos de vendas, análises mais profundas de riscos, ampliação e unificação de centrais de atendimento, lançamentos de vendas on-line e adoção de novos indicadores de previsão de mercado. Nossa perspectiva para esse ano é de crescimento e estamos investindo para atingirmos os patamares de 2019, inclusive aumentando a nossa produção e exportação”, explica o CEO da Neodent e EVP da StraumannGroup LATAM, Matthias Schupp.

A previsão da marca é apresentar ainda neste semestre novidades sobre a cirurgia guiada e, durante o ano, uma solução estética revolucionária para o mercado da implantodontia. “Também estamos realizando muitas pesquisas e estudos na área digital, comandadas pelo presidente científico da Neodent, Geninho Thomé, e que resultarão em novos produtos, mais tecnológicos e confortáveis para os consumidores”, ressalta Schupp.

Fábrica

No ano passado, na contramão da crise do coronavírus, a paranaense Neodent iniciou as operações da nova fábrica na capital paranaense. Seguindo a tendência de expansão da marca, iniciada em 2017, a estrutura praticamente dobra o tamanho da antiga fábrica, que ocupava 15 mil m², com cerca de 120 colaboradores. Até 2025, devem ser gerados 700 novos empregos formais, nas áreas administrativa e de produção.

As vagas disponíveis estão no site da companhia e o processo seletivo segue até o final de janeiro:

https://www.straumann.com/neodent/br/pt/profissionais/sobre-nos/carreiras.html

Sobre a Neodent

Fundada há mais de 25 anos, a Neodent® é a empresa líder em implantes no Brasil, onde vende mais de um milhão e meio de implantes anualmente. A Neodent® está entre os três principais fornecedores de implantes do mundo e está disponível em mais de 70 países. O sucesso da marca se deve a suas soluções odontológicas diretas, progressivas e acessíveis, que trazem novos sorrisos para milhões de pessoas. Sediada em Curitiba, Brasil, a Neodent®️ é uma empresa do Grupo Straumann (SIX: STMN), líder global em substituição de dentes e soluções odontológicas que restauram sorrisos e confiança.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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