25 palestrantes em 18h de encontros on-line durante todo o mês de setembro: a transformação digital no mercado financeiro por quem entende do assunto

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Durante todo o mês de setembro, evento promove debate sobre questões que auxiliam empresas na definição de estratégias para melhorar relação com consumidor

O mundo vive uma nova relação com a tecnologia – e a revolução digital, que já estava em curso, acabou acelerada pela pandemia e o isolamento social. Como as pessoas deverão se comportar daqui para a frente, serão digitais para sempre? Essa transformação será apenas emergencial ou duradoura? Alguns setores, como o financeiro, já começam a mensurar os impactos dessa mudança. Uma pesquisa realizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostra que 74% das transações bancárias realizadas no mês de junho foram realizadas por canais digitais, com os smartphones sendo responsáveis por 67% das operações. 

Gestores e profissionais devem estar preparados para esse cenário, com novas normas e formas de operação. Uma nova realidade em que a inteligência artificial vai estar cada vez mais presente, em que a digitalização e a descentralização de canais e meios de pagamento vão tornar o dinheiro omnichannel. Todas essas questões serão debatidas durante o Voice Experience Network, um evento promovido pela PhoneTrack, startup de inteligência artificial aplicada à voz.

Planejado para profissionais das áreas de marketing, performance, tecnologia e inovação do mercado financeiro, o evento, 100% on-line, vai trazer, entre os dias 10 e 25 de setembro, palestras e debates distribuídos em sete macro temas: geração de demanda, dados e performance, branding, usabilidade, estratégia, inovação, além de atendimento e relacionamento. De acordo com o CEO da PhoneTrack, Marcio Pacheco, o evento nasceu da necessidade de promover e estimular o debate sobre questões que podem significar a evolução e a sobrevivência dos negócios, além da melhoria das relações entre empresas e consumidores. “Somos uma empresa que tem compromisso com a inovação. Nossa missão é atuar junto ao mercado oferecendo inteligência de dados aplicada à voz  que possam ajudar na definição de estratégias de marketing, vendas e gestão. Por isso, ampliar o conhecimento e ajudar o mundo a se preparar para os novos tempos é tão importante”, afirma Pacheco.

A palestra de abertura do evento, “A transformação digital chegou, mas o cliente será digital para sempre?”, acontece no dia 10 de setembro. O palestrante, Thiago Coutinho, Team Leader de Transformação Digital da Sicredi, fala sobre transformação digital, até que ponto essa digitalização tende a ser duradoura e escalável e pode ser considerada uma estratégia de longo prazo. Thiago destaca o que muda daqui para a frente e a importância da omnicalidade e experiência do cliente. O evento traz ao todo 25 palestrantes em 18 horas de palestras. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site do evento (www.voicexperience.network). Entre os parceiros e palestrantes do Voice Experience Network estão grandes players do mercado financeiro e de tecnologia, como Sicredi, Idwall, Tecnobank, Ebanx, Banco Daycoval, Ilumeo e Simply.


Serviço:

Voice Experience Network

Data: 10 e 17 de setembro (Aquecimento on-line ao vivo)

          21 a 25 de setembro (Evento on-line)

Inscrições, programação completa e palestras: www.voicexperience.network  


Sobre a PhoneTrack:
A PhoneTrack é uma startup paranaense que transforma a relação entre empresas e consumidores por meio da inteligência aplicada a voz. A empresa acredita que o papel da voz, além de ser um canal de contato, é também atuar como fonte de dados que podem ser utilizados nas estratégias de conversão e vendas. Desde 2015, já foram analisados 100 milhões de minutos e 8 milhões de ligações de consumidores únicos. Atualmente, mais de 200 agências e 1.200 concessionárias automotivas utilizam a tecnologia. O compromisso da PhoneTrack é com a inovação e colaboração no desenvolvimento data-driven das agências e empresas, a fim de atender as necessidades do mercado.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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