3 de julho é Dia de Cooperar: iniciativa mobiliza cooperativas do Sicredi em ações de solidariedade

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 Por conta dos desafios impostos pela Covid-19 e com objetivo de minimizar os impactos sociais da crise sanitária, parte das ações está focada na arrecadação e doação de alimentos

Conectado aos princípios do cooperativismo, o Sicredi, por meio das cooperativas filiadas, participa de mais uma edição do Dia de Cooperar, Dia C. O movimento nacional tem como lema  “Atitudes Simples Movem o Mundo” e reúne instituições cooperativas de todo o país com iniciativas de solidariedade e responsabilidade social.

A mobilização está alinhada com os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU) e conta com o apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Somente em 2020, as mais de 600 ações solidárias desenvolvidas pelas cooperativas do Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, em celebração do Dia C, beneficiaram mais de 1,6 milhão de pessoas e envolveram cerca de 11 mil voluntários. 

“O movimento das cooperativas materializa os princípios inerentes ao cooperativismo, com pessoas ajudando pessoas por meio da colaboração. A união de forças em prol do bem comum era o ideal dos nossos fundadores e continua motivando colaboradores que se dedicam e se voluntariam em ações solidárias importantes para o desenvolvimento das comunidades e a formação de uma sociedade mais próspera. O movimento do Dia C, com a geração de impacto positivo nas cidades, reflete os grandes diferenciais do cooperativismo de crédito e do Sicredi, que atua com foco no desenvolvimento econômico e social das comunidades”, explica o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock. 

Em 2021, assim como no ano passado, as ações solidárias começaram a ser desenvolvidas antes mesmo da data de celebração, 3 de julho, e seguirão até o fim do ano. Respeitando as recomendações das autoridades de saúde, as cooperativas do Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro já cadastraram mais de 235 ações nos municípios da área de atuação, uma mobilização que se estenderá pelos próximos dias e ganhará ainda mais força no mês de julho. Por conta dos desafios sanitários, econômicos e sociais impostos pela pandemia de Covid-19, grande parte das iniciativas está focada na arrecadação e doação de alimentos para comunidades das áreas de atuação das cooperativas. 

No estado do Paraná, o Sicredi também participa da feira virtual Dia C – Expo PRCoop. Realizada pela Sescoop/PR, a partir das 13h30, do dia 3 de julho, o evento on-line contará com atrações artísticas e culturais, além de possibilitar um tour virtual por estandes do Sistema Ocepar, das cooperativas e entidades parceiras. Em São Paulo, a Sescoop/SP estará cadastrando as inúmeras iniciativas realizadas pelas cooperativas no estado. Já no estado do Rio de Janeiro, a live de celebração ao Dia C, realizada pelo Sescoop/RJ, também no dia 3 de julho, a partir das 18 horas, terá  a participação dos cantores Xande de Pilares e Mumuzinho para embalar a campanha de arrecadação.  

Serviço: 

Dia de Cooperar – Dia C

Data: 3 de julho de 2021

Feira virtual Dia C – Expo PRCoop – Sescoop/PR

Horário: a partir das 13h30

Mais informações: http://www.paranacooperativo.coop.br/ppc/index.php

Live de celebração ao Dia C – Sescoop/RJ

Horário: a partir das 18 horas

A transmissão será pelo perfil do Sistema OCB/RJ no YouTube.

Sobre Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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