5S e solidariedade: empresas contribuem com doações à Prefeitura de Araucária

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Colaboradores da Valmet, empresa líder em tecnologias e serviços para a indústria de papel, celulose e energia, reuniram um grande volume de doações para a Prefeitura de Araucária, cidade onde a multinacional finlandesa mantém uma de suas unidades no Brasil.

O chamado Forward Tiimi – time de funcionários da empresa – funciona como um meio para troca de experiências e confraternizações sociais, onde dividem hobbies e gostos, e praticam esportes. Esse espaço foi criado para o bem-estar dos funcionários e com a intenção de aumentar a interatividade entre eles. 

Um dos grupos do Forward Tiimi tem o foco em ações sociais e lidera ações voluntárias com histórico de diversas doações a Centros Municipais de Educação (CMEIs), ao “Sopão Curitiba”, projeto que aquece as noites dos moradores de rua da capital paranaense e para “Tampinhas da Teodora”, instituição que cuida dos animais de rua por meio da castração, remédios e ração.

Com a pandemia da Covid-19, as doações presenciais foram interrompidas por questões de segurança, e assim, surgiu a ideia de repassar os itens, coletados na própria empresa, para a Prefeitura de Araucária. 

“Nós temos na Valmet uma caixa permanente de coleta de doações, pois já criamos a cultura de fazer circular o que não estamos mais usando. Entramos em contato com servidores da Prefeitura de Araucária, pois sabíamos da necessidade que eles têm de manter uma quantidade de roupas e calçados que são destinados às pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social e que são atendidas pela autarquia. Uma equipe foi até a Valmet buscar as doações, que foram higienizadas e classificadas para posterior distribuição por parte dos servidores da Prefeitura”, conta a capitã do grupo de ação social do Forward Tiimi da Valmet, Christiane Bento. 

No total, foram doados 40 cobertores e 250 quilos de peças, entre roupas, calçados e acessórios. 

A cultura de doar itens que estão parados em casa, bem como de melhorar processos internos e evitar desperdícios na empresa, já está implementada na cultura organização desde 2016. 

O início deste viés social na empresa foi com a metodologia 5S. Em português, significa “cinco sensos”, que vêm de palavras japonesas que constituem os pilares do método: Seiri (utilização), Seiton (organização), Seiso (limpeza), Seiketsu (higiene) e Shitsuke (disciplina). 

Christiane, que também é coordenadora do programa de 5S da Valmet, explica que esta metodologia faz parte da gestão de qualidade da companhia. “Há quatro anos, incentivamos nossos colaboradores a não acumular, a evitar o desperdício e a reaproveitar. Estendemos o 5S para nossas casas e criamos, também, o “5S Literário”, onde ‘desapegamos’ dos livros parados para, futuramente, serem repassados a escolas de Araucária. Fazemos a energia circular para levar o bem a quem mais precisa”, diz.

Sobre a Valmet

A Valmet é a principal desenvolvedora e fornecedora global de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia. Sua atuação de tecnologia inclui fábricas de celulose, linhas de produção de papel, cartão e papel, além de usinas de energia para produção de bioenergia. Seus serviços e soluções de automação melhoram a confiabilidade, o desempenho dos processos, e aprimoram a utilização de matérias-primas e energia.

As vendas líquidas da Valmet em 2019 foram de aproximadamente 3,5 bilhões de euros. A empresa possui mais de 13.000 profissionais em todo o mundo, com sede em Espoo, Finlândia e suas ações estão listadas na Nasdaq Helsinki. Na América do Sul, possui unidades em Araucária-PR, Sorocaba-SP, Campinas-SP, Belo Horizonte-MG, Imperatriz (MA) e Concepción, no Chile. www.valmet.com.br

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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