A arte de viver: exposição curada por Zilda Fraletti propõe reflexão sobre arte contemporânea

A.Yoshii Curitiba sedia mostra de quatro consagrados artistas curitibanos: Ana Serafin, Cleverson Oliveira, Emerson Persona e André Mendes. Com entrada gratuita, as obras ficam expostas até 16 de novembro

showroom do Grupo A.Yoshii transformou-se em uma verdadeira galeria de arte. Nesta terça-feira (10), a construtora anunciou a exposição “A arte de viver”, curada pela especialista em arte contemporânea Zilda Fraletti. Inspirada no conceito do empreendimento Jardim Aurora, de viver bem, a exposição apresenta uma coleção incrível de obras de arte de renomados artistas paranaenses que exploram os muitos aspectos da existência de maneira inspiradora e cativante. As obras estão expostas no segundo piso do showroom da A.Yoshii, localizado na Rua Bispo Dom José, 2058, em Curitiba (PR), e poderão ser apreciadas gratuitamente até o dia 16 de novembro.

As obras são criações de alguns dos principais nomes do cenário artístico do Paraná, como a renomada Ana Serafin, que iniciou sua trajetória há quase trinta anos e é referência na poética técnica abstrata em tela em branco, explorando a liberdade das formas e da cor. Outros nomes presentes na exposição são Cleverson Oliveira, reconhecido pelos trabalhos de desenho em papel e tela com materiais como pó de grafite, lápis e marcador permanente; Emerson Persona, que é conhecido por representar o corpo em grandes formatos na pintura, no desenho e na colagem, fazendo uso de figuras de animais e plantas; e, ainda, o vencedor do Prêmio Pipa 2023, André Mendes, que explora a técnica de óleo para criar elementos orgânicos com aspecto de sonho, marcando uma passagem do físico para o metafísico.  

As pinturas, em técnica acrílica sobre tela ou técnica mista, estão expostas individualmente, complementando a decoração do empreendimento Jardim Aurora, último lançamento da construtora na capital paranaense. A cuidadosa seleção foi realizada por Zilda Fraletti, especialista em arte que atua em Curitiba desde 1984 e foi responsável pela abertura da primeira galeria dedicada à arte contemporânea, fomentando o cenário artístico local e nacional, impulsionando a trajetória de artistas já consagrados e divulgando novos talentos. 

A exposição ficará aberta até o dia 16 de novembro, em todos os dias da semana, das 9h às 18h. “Ter um espaço como esse para exposição de obras de artistas diversos é muito importante. Unir a inovação e a modernidade da A.Yoshii com obras de arte exclusivas proporciona uma experiência única para a nossa cidade”, finaliza o gestor da A.Yoshii em Curitiba, Ricardo Kitamura.

Serviço:

Exposição A arte de viver

Local: Showroom da A.Yoshii Curitiba na Rua Bispo Dom José, 2058

Quando: até 16/11/2023

Horário: Todos os dias da semana, das 9h às 18h

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há mais de 57 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do sul ao nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos voltados para o primeiro imóvel, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná e do interior de São Paulo; e pelo Instituto A.Yoshii, braço de responsabilidade social, com foco em educação, cultura e meio ambiente. Além disso, atua em obras corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como em usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br..

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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