A era da experiência em prática na TOTVS

Novo programa da companhia em Customer Success para clientes fluig reverte 90% das possibilidades de cancelamento e converte 80% dos clientes abordados em novas vendas

No setor de Tecnologia, manter um cliente é infinitamente mais trabalhoso do que conquistá-lo. Isso se tornou ainda mais latente quando o mercado passou a preferir “alugar” do que comprar licenças de software e o modelo SaaS se estabeleceu. Nesse novo modelo, muito mais que suporte técnico, os clientes agora buscam um atendimento diferenciado que transcende as vias do suporte tradicional.

Amplamente difundido no Vale do Silício (EUA), o conceito de Customer Success começa a ganhar força aqui no Brasil. A proposta é focada na busca pela melhor experiência possível com o produto ou serviço adquirido pelo consumidor e, consequentemente, sua satisfação plena. Tudo através de estratégias inovadoras e uma cultura de proatividade que antecipa e resolve problemas de maneira ágil, propõe melhorias e difunde o conhecimento. Isso só é possível através do atendimento feito por uma equipe especialista no produto, segmentada por setores e com profissionais próximos ao cliente e com conhecimento do negócio de cada um.

O esforço vale a pena. Segundo um estudo do Gartner, um pequeno aumento de 5% na retenção clientes pode elevar os lucros de 25% a 125%. Além disso, o cliente satisfeito torna-se embaixador da marca e propagador de marketing espontâneo.

Atenta às melhores práticas para conquistar a fidelidade dos seus clientes, a TOTVS está investindo em sua área de Customer Success. O programa começou há seis meses, inicialmente com as empresas que usam o fluig – plataforma de transformação digital da companhia.

“Para o fluig, o Customer Success é um item que faltava em nossa estratégia de produto. Como plataforma é muito importante pra nós o monitoramento e entendimento da jornada do cliente quando adquire nosso sistema. As informações do CS geram insights valiosos para o nosso road map futuro de inovação e melhorias”, afirma Mario Almeida, diretor de mobilidade e ecofluig da TOTVS.

A metodologia estabelecida pelo fluig para a nova área de Customer Success inclui:

– Diagnóstico/Onboarding: análise focada na compreensão da real expectativa de uso da ferramenta e na melhor solução para alcançá-la de acordo com o cenário e a necessidade de cada empresa. Nesta etapa, é realizado um mapeamento para identificar as principais funcionalidades e aplicações do produto comprado pelo consumidor.

– Identificação de causa-raiz: investigação de todas as dores do cliente, não somente das situações pontuais.

– Plano de ação: desenvolvimento de um programa direcionado para desenvolvimento do programa de atendimento ao cliente com foco em resolver não apenas um problema específico, mas o monitoramento constante do uso da solução, além do e estabelecimento de um cronograma de acompanhamento e prazos para cada demanda identificada.

– Gestão de mudança: alinhamento em todas as áreas para garantir uma melhor experiência ao cliente.

– Acompanhamento: monitoramento em tempo real, checagem do cumprimento do prazos, feedbacks semanais e centralização dos chamados.

Um ponto de sucesso – já mensurado – com a criação da nova área dentro do fluig, é o investimento em capacitação profissional. A fornecedora brasileira acredita que uma cultura centrada no cliente é empática, ou seja, o funcionário se coloca no lugar do outro e se sensibiliza com o seu problema. Atingir essa maturidade no relacionamento só é possível com colaboradores qualificados e um ambiente agradável que estimule a interação.

“Criar o comportamento de dono em nossa equipe é o valor que perseguimos, isso vai nos ajudar a atender cada dia melhor e superar a expectativa dos clientes, resolvendo problemas de forma mais simples e rápida e propondo caminhos melhores em qualquer situação”, diz Almeida.

Os resultados já começam a aparecer. Com método ágil (scrum) e enxuto (lean), o time de Customer Success conquistou quatro vezes mais produtividade em apenas seis meses. São mais empresas atendidas com a mesma quantidade de funcionários. Tudo isso gera menor custo operacional, melhores processos e métricas customizadas.

Até o momento, dos mais de 1.400 clientes fluig, 63 foram tratados pelo programa. Desses, apenas 5% cancelaram por questões internas e não por queixas da empresa. Outros 5% interromperam o projeto por problemas financeiros que estavam enfrentando. Em 90% dos casos mais críticos, a possibilidade de cancelamento foi revertida. Além disso, 80% das empresas contrataram mais soluções TOTVS.

Sobre a TOTVS

Provedora de soluções de negócios para empresas de todos os portes, atua com softwares de gestão, plataformas de produtividade e colaboração, hardware e consultoria, com liderança absoluta no mercado SMB na América Latina. Com mais de 50% de marketshare no Brasil, ocupa a 20ª posição de marca mais valiosa do país no ranking da Interbrand. A TOTVS está presente em 41 países com uma receita líquida de mais de R$ 2 bilhões. No Brasil, conta com 15 filiais, 52 franquias, 5 mil canais de distribuição e 10 centros de desenvolvimento. No exterior, conta com mais 7 filiais e 5 centros de desenvolvimento (Estados Unidos, México, China e Taiwan). Para mais informações, acesse o website www.totvs.com.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. 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O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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