A importância da arte e da iconografia para o aprendizado

Saiba mais sobre o processo de construção de mapas, fotos e ilustrações que enriquecem o material do Sistema de Ensino Aprende Brasil

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Já imaginou abrir um livro didático e não encontrar nele fotos, mapas ou ilustrações? Pois é, as imagens de um material são tão importantes quanto o restante de seu conteúdo. Elas carregam informações e complementam o texto, auxiliando na aprendizagem e no desenvolvimento de competências como a capacidade de interpretação, o pensamento crítico e a alfabetização cartográfica, por exemplo, além de deixar tudo mais encantador para alunos e professores.

 “A ilustração nunca é meramente ilustrativa; no material didático, ela é conteúdo”, explica Cláudio Godoy, gerente de produção editorial do Aprende Brasil. Ele ressalta que por conta dessa responsabilidade, o processo de diagramação e criação das artes que compõem os livros didáticos precisa ser minucioso. “Para se ter ideia, o setor de arte e iconografia do Aprende Brasil conta com uma equipe de cerca de setenta profissionais e leva até dois anos para finalizar cada coleção do sistema de ensino. Todo esse tempo é justificado por um dos grandes diferenciais do sistema: trazer a arte para dentro das páginas dos livros”, conta Godoy.

 Isso quer dizer que, além das artes digitais e manuais (pintadas ou desenhadas no papel), os livros do sistema utilizam diversas outras técnicas e materiais, como o quilling (desenhos feitos de papéis, fitas de cetim etc.), o amigurumi (técnica japonesa para criação de bonecos de crochê ou tricô) e a massinha de modelar. Os personagens são construídos por artistas contratados e depois são fotografados, digitalizados e inseridos nos livros didáticos.

 “Dá muito trabalho fazer dessa forma, mas o resultado é recompensador, pois traz encantamento”, justifica Godoy. Segundo ele, gerar esse encanto é indispensável, pois “hoje, o material impresso bate de frente com todo o recurso digital que a criança tem, que traz movimento, luz e cor”.

 Um outro ponto importante considerado para a construção dos personagens e das ilustrações é a diversidade. Há uma grande preocupação em representar as diferentes culturas das regiões do país, bem como em incluir personagens que retratem pessoas com deficiência e de todas as etnias. “Isso é importante para os estudantes se reconhecerem no material didático”, ressalta o gerente de produção. “Um material que representa os alunos e dialoga com suas realidades se torna muito mais atrativo, contribuindo para que a aprendizagem seja ainda mais significativa”, explica.

 O Sistema de Ensino Aprende Brasil lançou um vídeo que explica como é o processo de criação de um livro didático, que pode ser acessado em: www.sistemaaprendebrasil.com.br

Sobre o Aprende Brasil

O Sistema de Ensino Aprende Brasil oferece à rede municipal de Educação não apenas material didático, mas uma série de recursos adicionais (avaliações, monitoramento, ambiente de aprendizagem digital, assessoria pedagógica e formação continuada aos professores, além de material didático integrado e diferenciado), que contribuem para o melhor aprendizado dos alunos da Educação Infantil aos anos finais do Ensino Fundamental da rede pública. Atualmente, o Aprende Brasil atende 243.000 alunos em 199 municípios brasileiros. Saiba mais em http://sistemaaprendebrasil.com.br/.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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