A.Yoshii conquista prêmio

A loja Concept Store da A.Yoshii, inaugurada em 2014 no Catuaí Shopping, foi reconhecida por profissionais do mercado imobiliário e de marketing do Brasil como o melhor stand de vendas do País no Prêmio VivaReal. O reconhecimento foi entregue na última terça-feira (22), em São Paulo, durante a Conecta Imobi, maior evento de Marketing Imobiliário da América Latina.
O prêmio reconhece o trabalho de corretores, imobiliárias, construtoras, incorporadoras e profissionais de marketing que se destacaram no setor.  A Concept Store da A.Yoshii foi premiada por oferecer uma experiência completa aos futuros clientes, já que na loja são combinados recursos como totens multimídia e telas interativas, além de visitas virtuais aos apartamentos decorados.
 
Sobre o Grupo A.Yoshii
A A.Yoshii Engenharia foi fundada há 50 anos pelo engenheiro civil Atsushi Yoshii, em Apucarana e transferiu sua sede para Londrina em 1979. No início, cresceu executando obras pelo regime de empreitada global para clientes como Banco América do Sul, Casas Pernambucanas e Banco Itaú. Atingiu outras cidades do País, como Recife, Salvador, Brasília, São Paulo e Porto Alegre e hoje tem no seu currículo obras como, Klabin, Arautos do Evangelho, Dow Química, CMPC, entre outras.
Com inúmeros empreendimentos residenciais realizados nas principais cidades do Paraná, se destaca pela qualidade e pontualidade na entrega. Em 2009, foi criada a Yticon, marca do grupo que foca no desenvolvimento de empreendimentos econômicos para quem procura seu primeiro imóvel. Em 2010 a A.Yoshii iniciou suas atividades em Maringá e, em 2015, em Curitiba.
Uma das características marcantes da empresa é atuar sempre com equipe própria na execução de obras. Com isso, a A.Yoshii se diferencia pela qualidade dos projetos, respeito aos prazos e atendimento ao cliente. O resultado figura em premiações e rankings: foi reconhecida em 2015 pelo ITC, como as 100 maiores construtoras do Brasil e a maior construtora na categoria regional residencial sul. Em outubro de 2015 o Grupo A.Yoshii foi eleito o terceiro melhor em Gestão de Pessoas na categoria de 3 mil a 7 mil funcionários, de acordo com o jornal Valor Econômico. Em 2014 a construtora foi classificada entre as 150 melhores empresas para trabalhar, segundo a revista Você S/A.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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