A.Yoshii é a terceira em gestão de pessoas no Brasil na categoria 1,5 mil a 3 mil funcionários

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Pelo terceiro ano consecutivo, construtora integra o estudo “As Melhores na Gestão de Pessoas”, em parceria com o Valor Carreira, editado pelo jornal Valor Econômico. Empresa figura entre as 35 melhores empresas do país na gestão de pessoas

O Grupo A.Yoshii Engenharia integra pelo terceiro ano consecutivo o seleto grupo de 35 melhores empresas do país em gestão de pessoas. A publicação Valor Carreira, divulgada nessa quarta-feira (25) pelo jornal Valor Econômico, analisa empresas inseridas em sete categorias de acordo com o número de funcionários, indo de 100 a mais de 17 mil colaboradores. A construtora é a terceira melhor empresa em gestão de pessoas na categoria entre 1501 a 3000 funcionários no país.
Com o índice de 90% no quesito engajamento e 81% no quesito satisfação, o ranking destacou a política de desenvolvimento de pessoas da construtora que inclui capacitação no local de trabalho, palestras, workshops e convenções para equipes operacionais, além de atividades como treinamentos, mentorias, coaching e oratória para lideranças e áreas administrativas. Outro destaque no campo da educação formal foi o projeto de alfabetização em parceria com o Sesi que atende atualmente 60 trabalhadores, enquanto outros cerca de 50 recebem bolsa de até 20% em cursos de graduação ou de 50% a 100% em cursos de pós-graduação ou MBAs.
A transparência e a comunicação na organização também foram ressaltadas pela publicação. Além dos acompanhamentos diários e quinzenais de desempenho e das avaliações anuais que servem de orientação para o crescimento dos profissionais, o Portal do Colaborador lançado em 2014 foi exemplo de democratização do acesso às informações mais importantes sobre a construtora. Segundo o diretor de Recursos Humanos do Grupo A.Yoshii, Aparecido Siqueira, a ideia do Portal é possibilitar no futuro próximo que os próprios trabalhadores tenham condições de fazer o planejamento de suas carreiras.
A política de benefícios do Grupo A.Yoshii foi outro instrumento evidenciado para a atração e retenção de talentos, assim como as instalações que cuidam do bem-estar físico dos colaboradores. Destaque ainda para as ações extensivas aos familiares em eventos comemorativos e na realização de cursos de artes com reaproveitamento de material reciclado que são transformados em produtos e vendidos como fonte de renda extra para as famílias por meio do Instituto Atsushi e Kimiko Yoshii.
Como é feita a pesquisa
Neste ano, o Valor Carreira registrou um total de 238 empresas inscritas que foram agrupadas de acordo com o número de funcionários. A pesquisa é feita com uma amostra selecionada aleatoriamente a partir da relação de funcionários disponibilizada pelas empresas em 31 de dezembro de 2016, e varia de acordo com o total de colaboradores. O processo de classificação envolve duas etapas: eliminatória (as empresas precisam atingir o mínimo de 72% de índice de engajamento e o mínimo de 60% do índice de satisfação) e classificatória (desconsidera as empresas que não atingiram os patamares mínimos e atribui-se a nota final de cada empresa com os pesos de 80% para engajamento e 20% para satisfação).
As empresas classificadas são ranqueadas de acordo com a categoria de número de funcionários, sendo premiadas as cinco empresas com as maiores notas em cada categoria, resultando nas 35 Melhores de 2017. O engajamento foi definido pelo estudo como o nível de comprometimento emocional e intelectual de um indivíduo que resulta em três comportamentos: falar bem sobre a empresa para colegas de trabalho, potenciais funcionários e clientes; permanecer e compartilhar o desejo de fazer parte da organização; e empenhar-se com motivação e atitudes que contribuam para o sucesso do negócio.
 

Sobre a A.Yoshii Engenharia

A A.Yoshii Engenharia foi fundada em 1965 pelo engenheiro civil Atsushi Yoshii, em Apucarana (PR) e em 1969 transferiu sua sede para Londrina (PR). No início, cresceu executando obras pelo regime de empreitada global e, atualmente, desenvolve obras de grande porte, como usinas de açúcar e álcool e fábricas de papel e celulose.

No segmento de incorporação, com empreendimentos residenciais e comerciais construídos em importantes cidades do Paraná, a A.Yoshii se destaca pela qualidade e pontualidade na entrega. Em 2009, criou a Yticon, marca do Grupo focada no desenvolvimento de empreendimentos econômicos para quem procura seu primeiro imóvel.

Uma das características marcantes da empresa é atuar com equipe própria na execução de obras. Com isso, a A.Yoshii se diferencia pela qualidade dos projetos, respeito aos prazos e atendimento ao cliente. O resultado figura em premiações e rankings nacionais realizados por grandes veículos de comunicação como o jornal Valor Econômico, revista Você S/A, e rankings como o Great Place to Work e ITC – Inteligência Empresarial de Construção.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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