Além do fast food: Conheça três receitas práticas e saudáveis de sanduíches

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Versáteis e com inúmeras possibilidades de ingredientes, ‘sandubas’ veganos têm caído no gosto dos brasileiros

A pandemia, o home office e a correria do dia a dia aumentaram ainda mais o consumo de lanches rápidos no Brasil. Um estudo realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) mostrou que o consumo de sanduíches registrou um aumento de 34% no segundo semestre de 2020. 

Por outro lado, a pesquisa Diet & Health Under Covid-19, realizada em 30 países, colocou os brasileiros no topo do ranking entre as pessoas que acreditam ter engordado na pandemia – por aqui a média foi de 6,5kg. Esse resultado tem relação direta com a queda na prática de exercícios físicos e o consumo de alimentos hipercalóricos, como os sanduíches vendidos por redes de fast food e hamburguerias, por exemplo.

Mas a boa notícia, segundo a engenheira de alimentos Fabiane Costacurta, é que eles podem ser saudáveis e fornecer os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo. “Em um sanduíche, o pão não pode faltar. O consumidor tem a sua disposição opções com farinhas integrais, sementes e fibras, sem glúten e veganos, produzidos a partir de fermentação biológica. Além disso, os recheios também podem ser mais leves e, ao mesmo tempo, saborosos”, destaca Fabiane, que é especialista em assuntos regulatórios da Jasmine Alimentos, indústria especializada em produtos saudáveis.

Confira três receitas de sanduíches saudáveis e práticos. 

Antepasto de berinjela 

Sanduíche que, além de ser vegano, tem alto teor de fibras, gorduras boas e antioxidantes. 

Ingredientes 

  • 2 berinjelas grandes picadas em cubos 
  • 1 cebola média picada em cubos
  • ½ pimentão amarelo picado em cubos
  • ½  pimentão vermelho picado em cubos
  • 1 xícara (chá) de azeite de oliva extra virgem
  • ½ xícara (chá) de azeitonas pretas sem caroço
  • 2 dentes de alho picados
  • Cheiro verde picado a gosto
  • Sal Atlantis Jasmine a gosto
  • 2 colheres (sopa) de vinagre de maçã
  • 1 colher (sopa) de gergelim branco natural Jasmine

Modo de preparo: deixe a berinjela de molho por cerca de 20 minutos, com o vinagre e o sal. Escorra bem e misture todos os ingredientes. Leve ao forno por 30 minutos, cobrindo com papel alumínio e, depois, mais 30 minutos sem o papel. Conserve em um vidro, na geladeira até o momento de rechear o pão.

Dica: este recheio fica muito saboroso com o Pão Sem Glúten Tradicional fatiado Jasmine.

Sanduíche de tofu, tomate seco e rúcula

Ingredientes 

  • 2 fatias de Pão Sem Glúten Multigrãos Jasmine
  • 2 fatias médias de tofu (“queijo” de soja)
  • Tomate seco a gosto
  • Folhas de rúcula a gosto, picadas
  • Páprica defumada a gosto
  • Azeite de oliva a gosto
  • 1 colher (sopa) de shoyu (molho de soja “shoyu” (de preferência sem realçadores de sabor e corantes)

Modo de preparo: amasse o tofu. Misture o molho de soja “shoyu”, o azeite e a páprica defumada e acrescente ao tofu amassado, misturando bem. Monte o sanduíche em camadas de tofu temperado, tomate seco e rúcula, ou ainda monte como canapés com as fatias de pão cortadas em quadrados menores.

É possível substituir o tofu pelo queijo branco ou mussarela de búfala, sem a necessidade de colocar o tempero com shoyu, azeite de oliva e páprica. Segundo Fabiane, o tofu é um alimento com boa concentração de proteínas, o que auxilia na saciedade. “Além disso, a combinação com o tomate e a rúcula garantem excelente consumo de fibras e compostos antioxidantes para cuidar do equilíbrio do seu corpo”, aponta.

Hambúrguer de quinoa

Ingredientes 

  • 2 xícaras (chá) de Quinoa Real em Grãos Orgânica da Jasmine, cozida
  • ¼ de xícara (chá) de Aveia em Flocos Finos Sem Glúten
  • 1 colher (café) de páprica defumada
  • 1 colher (café) de páprica picante
  • 1 pitada de orégano
  • 1 pitada de sal
  • 1 cebola pequena ralada 

Modo de preparo: Misture todos os ingredientes exceto a aveia em flocos finos, que deve ser adicionada aos poucos, até que a massa desgrude da sua mão. Molde os hambúrgueres e leve ao forno a 180ºC por aproximadamente 20 minutos. Na metade do tempo vire os hambúrgueres para que doure do outro lado. 

Escolha o pão e acrescente queijo (de preferência vegano ou sem lactose), folhas de alface, rodelas de tomate e de cebola.

A engenheira de alimentos comenta que “esta é uma preparação com alto valor nutritivo, principalmente em relação à presença de proteínas e fibras, favorecendo a saciedade e o funcionamento intestinal. Também possui uma excelente concentração de vitaminas e minerais”, finaliza.

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos saudáveis de verdade e qualidade de vida. A operação da Jasmine começou de forma artesanal no Paraná, há 30 anos. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. Desde 2014 a marca pertence ao grupo francês Nutrition et Santé, detentor de outras marcas líderes no segmento saudável na Europa.

Mais informações: www.jasminealimentos.com 

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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