Alinhadores transparentes podem ser usados na prevenção de tratamentos mais complexos em crianças e adolescentes

Pacientes com dentição mista se beneficiam também pela discrição, conforto e facilidade de higiene do produto

Conhecidos pelo alinhamento discreto dos dentes, os alinhadores transparentes também tratam diversos problemas bucais, como má oclusão, diastema, mordida cruzada, e apinhamento. Essas questões são comuns durante a transição entre a dentição de leite e a permanente, conhecida como dentição mista, o que pode fazer dos alinhadores uma opção viável para prevenir tratamentos invasivos no futuro das crianças. 

Segundo a dentista e supervisora de Treinamento e Educação da ClearCorrect, Fernanda Santini, a partir dos seis anos de idade, a criança inicia um momento crucial de desenvolvimento bucomaxilofacial. Durante essa fase, as consultas com dentistas clínicos gerais e/ou odontopediatras, bem como ortodontistas, são fundamentais. “Há casos em que crianças nessa fase já apresentam problemas ortodônticos significativos que podem impactar negativamente a saúde bucal e o desenvolvimento bucomaxilofacial como um todo. Por isso, é importante realizar correções e tratamentos precoces, prevenindo que esses problemas se agravem e até mesmo evitando a necessidade de tratamentos mais invasivos e cirurgias no futuro”, explica Fernanda.

Confira outras vantagens do uso de alinhadores transparentes em crianças e adolescentes:

Prevenção precoce

Ao corrigir problemas desde cedo, os alinhadores podem prevenir questões mais graves no futuro, que exigiriam procedimentos mais invasivos, como cirurgias ortognáticas, por exemplo.

Estética e autoestima 

Os alinhadores transparentes trazem vantagens estéticas e impactam positivamente na autoestima do paciente, mesmo em diferentes estágios de desenvolvimento dos dentes. A transparência e o conforto muitas vezes fazem com que se esqueçam que estão usando aparelho, sofrendo menos mudanças na estética facial, diminuindo casos de bullying e melhorando a autoconfiança e a satisfação pessoal.

Facilidade de higiene 

Por serem removíveis, os alinhadores facilitam a higiene bucal diária e permitem que  crianças e adolescentes escovem e usem o fio dental de forma mais simples e prática, ajudando na prevenção de doenças bucais.

Conforto

O conforto durante o uso é outra grande vantagem, minimizando irritações e lesões na boca, o que pode ser especialmente benéfico nessa fase da vida, em que há menos tolerância e maior sensibilidade à dor. 

Mais segurança durante a prática de esportes 

Nessa fase da vida, é comum que crianças e adolescentes pratiquem atividades físicas e brincadeiras em grupo; dessa forma, os alinhadores são bastante seguros e até mesmo ajudam a proteger a boca. 

Sobre a ClearCorrect

A ClearCorrect é uma das maiores marcas de alinhadores transparentes para tratamentos ortodônticos no mundo, pertencente ao Grupo Straumann, com produção concentrada na fábrica em Curitiba (PR). O sistema da ClearCorrect promove a movimentação dentária por meio de pressões exercidas em determinadas regiões do dente, resultando na remodelação óssea.

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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