Alunos aderem ao ensino on-line pelo celular

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Pesquisa revela que quase 70% do público pesquisado têm usado um smartphone para acessar aulas e atividades escolares

O celular é hoje o principal meio de acesso à internet no país. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Tecnologia da Informação e Comunicação (PNAD Contínua TIC), divulgados em abril deste ano, mostram que o smartphone já é usado atualmente por quase todos os brasileiros para acessar a rede. Massificado, como ferramenta de uso comum a todos no dia a dia para trabalho e comunicação de uso pessoal e social, o celular não poderia ficar de fora do contexto de alunos que se vêem diante de um volume cada vez maior de conteúdos didáticos on-line. 

E com a pandemia e a suspensão do ensino presencial, a necessidade de acesso à aulas, atividades e materiais acabou por intensificar o uso dessa ferramenta também entre crianças e jovens. Dados da Conquista Solução Educacional, que atende hoje mais de 1.700 escolas em todo o Brasil, mostram que 69% dos acessos realizados em sua plataforma de conteúdos on-line foram realizados por meio de um celular. Com o fechamento das escolas no modo presencial, para alcançar os mais de 180 mil alunos distribuídos por todo o país, atendidos pelo sistema de ensino, a Conquista Solução Educacional disponibilizou um guia de estudos on-line (www.conquistaguia.com.br) para manter o aprendizado durante o isolamento social. Todo o conteúdo do guia está aberto também para o público em geral. Nos últimos 4 meses, foram mais de 400 mil downloads e 3.338.652 de visualizações na plataforma. São mais de 600 mil usuários e a maioria deles acessando os conteúdos por um smartphone. O estado com maior número de acessos via mobile é a Bahia, onde de cada 150 alunos que acessam o Guia da Conquista, 100 deles o fazem pelo celular. 

“Já era comum que um aluno com acesso à internet buscasse conteúdos gratuitos no YouTube, no portal de sua escola, ou até mesmo em outras plataformas voltadas para a aprendizagem. Com a pandemia, isso se acelerou e as instituições de ensino precisam se adaptar a essa nova realidade”, explica o gerente de Conteúdo Digital e Avaliações da Positivo Soluções Didáticas, Fabricio Cortezi Moura. Segundo elea, na hora de oferecer conteúdo on-line para alunos, é importante analisar a distribuição do acesso à internet via smartphones no Brasil – que já ultrapassa o acesso via computadores pessoais – para disponibilizar conteúdos e proporcionar o processo de aprendizagem em todos os tipos de dispositivos, com boa navegabilidade e alcançando assim o maior número possível de estudantes.

Para a consultora pedagógica da Conquista, Ana Paula Menezes de Santana, o número alto de acessos via smartphone se dá, principalmente, pela falta de disponibilidade de aparelhos maiores na maioria dos lares. “Nós não esperávamos que o maior acesso fosse pelo celular, principalmente pelo tamanho da tela, mas quando começamos a receber os relatórios, vimos que tinha mais a ver com fato de que muitas famílias não têm computador ou notebook em casa – e quando tem, os pais estão utilizando para o trabalho, que agora se intensificou via home office”, interpreta a pedagoga. 

Quezia Carvalho Cristal Paes, mãe da aluna Maria Clara, de 5 anos, que estuda na Escola Crescimento, em Salvador, conta que, apesar de estar sendo uma nova experiência, a filha tem aprendido muito utilizando os materiais pelo celular. “A Maria Clara tem gostado bastante de estudar através do celular utilizando aplicativos e o portal Conquista. Ela não usava aparelhos eletrônicos, apenas esporadicamente para assistir desenhos ou algum joguinho educativo, e agora passou a usar com frequência para estudar. Acredito que têm sido de grande valia e ajuda para as crianças e pais neste momento de pandemia”, afirma.

Sobre a Conquista Solução Educacional

A Conquista é uma solução educacional que oferece aos alunos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio uma proposta de educação e futuro que integra a família, a escola e a comunidade. Com diversos recursos, material didático completo e livros de Empreendedorismo e Educação Financeira, o objetivo da solução é ajudar, de forma consistente, os alunos no processo de aprendizagem e estimular o desenvolvimento de suas capacidades. Atualmente, mais de 1800 escolas de todo o Brasil utilizam a solução. 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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