Ano novo, casa nova

Está cansado de ver a sua casa sempre do mesmo jeito? Enjoou dos móveis e de sua disposição nos cômodos? Saiba que você pode começar 2017 dando novo aspecto ao lugar onde vive, gastando pouco ou até mesmo nada: basta criatividade, empenho e entusiasmo. Para trazer conforto e beleza ao ambiente doméstico, não é necessário comprar eletrodomésticos de última geração, nem itens de decoração megalomaníacos. Ao contrário, recomenda-se reaproveitar tudo o que for possível e aplicar técnicas simples, que exigem apenas bom senso.
“A principal dica é pensar na casa como pensamos para comprar roupas: tem que fazer sentido para quem usa. É legal se preocupar com a combinação de cores, mas o mais importante é explorar aquilo que oferece prazer e conforto e que combina com o usuário”, sugere Alexandre Marinho, coordenador do curso de Design de Interiores do Centro Tecnológico Positivo, em Curitiba (PR). De acordo com ele, gastar pouco significa pensar em tudo antes de “sair comprando”. “O ideal é ter um projeto completo, pensado em todos os detalhes, e, a partir dele, adquirir cada item aos poucos, no tempo certo”, completa.
Para economizar, é preciso – além de realizar a tradicional pesquisa de preços – investir em cada item de forma consciente, considerando-se o todo da moradia e o contexto atual. “Uma aquisição feita por impulso pode, a curto ou a longo prazo, mostrar-se um gasto desnecessário. A compra talvez não faça mais sentido depois de um tempo”, comenta Marinho. Mas comprar não é a única solução para dedicar novos ares à casa. Há uma alternativa mais simples, prática e econômica: o reaproveitamento dos espaços e dos móveis e outros objetos.
Para Marinho, a organização dos ambientes depende sempre de quem vive ali, de quem participa rotineiramente daquela paisagem. “Não adianta deixar o local lindo para a fotografia se no dia a dia ele não funciona”, completa. Nessa perspectiva, o importante é lembrar que cada cômodo tem a sua função dentro da casa e uma tarefa a ser cumprida. É dessa harmonia que brota a sensação de organização. Mas a disposição adequada dos objetos varia conforme o lar e o próprio usuário: “Tem gente que gosta de guardar calças em cabides, assim como tem aqueles que as preferem dobradas na prateleira”.
Para o professor, o ambiente mais complexo para ser desenhado em termos de organização e conforto é a cozinha. “Há muitos detalhes, muita diferença de temperatura, luzes com funções diversas e muita coisa para guardar. Sem contar as várias dinâmicas que a cozinha comporta ao longo de um só dia: café da manhã, almoço, janta…”, avalia. A reorganização da casa pode ser realizada com a ajuda profissional de um designer de Interiores, que dispõe do conhecimento necessário para tornar a vida doméstica mais agradável e funcional.
Como em qualquer outra área de atuação, no Design de Interiores existem princípios sustentáveis para a atividade profissional. “A preocupação com o meio ambiente é fundamental. Para isso, o designer deve manter-se atualizado quanto às tecnologias e ao uso de novos materiais e de acessórios que possibilitam economia de água e energia”, exemplifica Marinho. Da mesma forma, a reutilização de móveis e objetos, atribuindo-se nova função a cada um deles – antes mesmo de considerar a reciclagem –, é outra responsabilidade do profissional.
“É preciso sempre considerar o uso mais duradouro de tudo”. Se a situação exigir a compra de um novo produto, o consumidor deve atentar-se às propriedades ecológicas dele, priorizando materiais sustentáveis em detrimento daqueles que são descartáveis ou que agridam o ecossistema. “O mais barato é aquele que proporciona satisfação e que desempenhe papel significativo no lar e cuja durabilidade é maior”, finaliza.
 
Sobre o Centro Tecnológico Positivo  – O Centro Tecnológico (CT) Positivo materializa, na Educação Superior, a excelência que o Grupo Positivo alcançou na oferta de educação. Para assegurar uma sólida formação profissional, com base nos valores do saber, da ética, do trabalho e do progresso, e adequada às exigências do mercado de trabalho, mantém parcerias com diversas entidades nacionais e internacionais. Fundado em 2009, o CT Positivo oferece Cursos Superiores de Tecnologia (Tecnólogos) objetivos, práticos e rápidos, com duração de dois a três anos, em cinco unidades: Batel, CIC, Ecoville, Hauer e Praça Osório. Entre os diferenciais do Centro Tecnológico Positivo estão a infraestrutura de ponta, com salas e laboratórios modernos e especializados; o corpo docente com experiência prática;  a oferta de disciplinas em formato modular; e os programas dos cursos construídos em parceria com empresas.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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