Apenas ¼ dos cursos de Direito do Paraná recebem selo de qualidade da OAB

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O selo “OAB Recomenda” – que está na sexta edição – foi concedido na última quarta-feira (30) pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). No Paraná, das 64 instituições que ofertam o curso de Direito, apenas 16 receberam o selo de qualidade, em 10 cidades – Cascavel, Curitiba, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guarapuava, Jacarezinho, Londrina, Marechal Cândido Rondon, Maringá e Toledo.
O prêmio é concedido a cursos de Direito de todo o país e leva em conta dois critérios: o índice de aprovação nos exames da Ordem e o conceito obtido no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). Nesta edição, dos 1.212 cursos que atenderam às exigências para participar da pesquisa, somente 161 foram premiados. O Selo representa um reconhecimento público da qualidade de graduações em Direito no Brasil.
De acordo com o secretário-geral da OAB, Felipe Sarmento, que é presidente da Comissão Especial para Elaboração do Selo OAB Recomenda, a premiação alcançou o patamar de guia da educação jurídica brasileira, mostrando para a sociedade as instituições que são destaque na oferta do curso de Direito. “O Selo OAB não tem o objetivo de criar um ranking entre todas as Instituições de Ensino Superior do país. Seu propósito é evidenciar as faculdades com elevado padrão, com base nos resultados obtidos por avaliações fidedignas com o Exame de Ordem Unificado e o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes”, declarou.
A Universidade Positivo foi uma das instituições reconhecidas com o selo. Com nota máxima (5) no MEC, o curso de Direito da Positivo se destaca pela qualidade e dedicação de seu corpo docente, 100% formado por mestres e doutores. “Além disso, foi o primeiro no Brasil a criar uma incubadora de escritórios de advocacia, que auxilia os profissionais recém-formados a se posicionarem no mercado e obterem prática de gerenciamento e administração”, destaca o diretor da Área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, Roberto Di Benedetto. Para ele, o reconhecimento pela segunda vez consecutiva mostra que a universidade está no caminho certo. Atualmente, a Positivo possui cerca de 1.500 alunos matriculados no curso. Nos últimos processos seletivos, o curso de Direito tem sido o mais procurado pelos vestibulandos. Segundo Benedetto, mais de 2.335 profissionais de Direito já foram formados pela Universidade Positivo desde a criação do curso, em 1999. Mais informações em www.oab.org.br.
 
Instituições de ensino que receberam o OAB Recomenda no Paraná:
 

    1. Centro Universitário Assis Gurgacz
    2. Centro Universitário Curitiba – UNICURITIBA
    3. Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC)
    4. Universidade Federal do Paraná (UFPR)
    5. Universidade Positivo
    6. Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste | Foz do Iguaçu
    7. Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste | Francisco Beltrão
    8. Centro Universitário Campo Real
    9. Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP)
    10. Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC) | Londrina
    11. Universidade Estadual de Londrina
    12. Universidade Estadual do Oeste do Unioeste | Marechal Cândido Rondon
    13. Centro Universitário de Maringá – Unicesumar
    14. Universidade Estadual de Maringá (UEM)
    15. Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)
    16. Faculdade Assis Gurgacz (FAG) | Toledo

 
 
Sobre a Universidade Positivo
A Universidade Positivo concentra, na Educação Superior, a experiência educacional de mais de quatro décadas do Grupo Positivo. A instituição teve origem em 1988 com as Faculdades Positivo, que, dez anos depois, foram transformadas no Centro Universitário Positivo (UnicenP). Em 2008, foi autorizada pelo Ministério da Educação a ser transformada em Universidade. Atualmente, oferece 61 cursos de Graduação presenciais, quatro cursos de Doutorado, sete cursos de Mestrado, mais de 190 programas de Especialização e MBA, cinco cursos de idiomas e dezenas de programas de Extensão. A Universidade Positivo conta com sete unidades em Curitiba, uma unidade em Londrina (PR), uma unidade em Joinville (SC), além de polos de Educação a Distância (EAD) em mais de 30 cidades espalhadas pelo Brasil.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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