Apesar de ainda pouco conhecido, segmento de self storage aquece mercado brasileiro

Rede paranaense investe em novas unidades de locação de boxes em Curitiba e Região Metropolitana

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Pesquisa apresentada na 6ª edição da Brasil Expo Self Storage, evento organizado pela Associação Brasileira de Self Storages (Asbrass) e pelo Secovi-SP, revela que 80% dos consumidores brasileiros desconhecem a atividade. Bastante popular no exterior, os self storages oferecem locação de boxes para guardar pertences pessoais ou de empresas, com gestão do espaço realizada pelo próprio cliente.

O levantamento mapeou 322 operações atuantes no Brasil, que respondem por uma área bruta locável de cerca de 666 mil metros quadrados. Embora a proposta seja nova no país, tendo em vista que os primeiros self storages surgiram na última década, a tendência é de crescimento. O motivo do sucesso é a facilidade de adequação às mais diferentes necessidades: como os boxes têm metragens variadas, há quem use para proteger móveis durante uma reforma, para guardar objetos que não cabem mais em casa ou de uso esporádico, para estoques de empresas e indústrias e armazenamento de documentos.

Apesar do pouco conhecimento da população em geral, quem utiliza um box de self storage fideliza e recomenda para os amigos. “A possibilidade de poder locar apenas o tamanho que precisa e fazer a gestão do espaço como deseja encanta os clientes, que enxergam nesse modelo de locação uma solução para diversas necessidades, seja para uso pessoal ou para empresa”, revela a gerente de operações da rede Espaço A+ Self Storage, Rousy Rojas. A praticidade de não precisar de um fiador e ficar livre de taxas como IPTU, condomínio, água e luz são outros atrativos, além do aluguel, que é feito sem burocracia, apenas para o período necessário.

A experiência positiva da clientela vem impulsionando o mercado: em menos de três anos de atuação da primeira unidade da Espaço A+, a rede inaugurou uma sede em São José dos Pinhais (PR) e no próximo ano lança uma nova unidade em local estratégico de Curitiba (PR), além de ampliar a primeira unidade, localizada no bairro Rebouças.

A movimentação do mercado sugere que os consumidores vão optar cada vez mais pelo modelo de locação. “Ainda temos um grande trabalho para tornar a atividade mais conhecida, mas com o lançamento de imóveis menores e a necessidade de redução de custos de empresas e indústrias, a tendência é que o consumidor perceba a locação de boxes como  uma excelente solução”, comenta Rousy. Além de investir na comunicação da marca, a empresa recentemente reformulou o site incluindo uma calculadora de espaço. “Com a ferramenta, o interessado consegue ter uma estimativa do tamanho de box que precisaria locar conforme itens que selecionar”, comenta Rousy. 

Sobre a Espaço A+

A Espaço A+ Self Storage é uma rede de self storages, com unidades em pontos estratégicos de Curitiba (PR) e São José dos Pinhais (PR), que disponibiliza boxes para locação de pessoa física ou jurídica. Além da fachada moderna, os espaços possuem sala de reuniões e uma infraestrutura com corredores claros em tons de laranja e azul, sistema de controle de acesso e monitoramento 24 horas. Mais informações: www.espacoamaisself.com.br

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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