Áreas de lazer em condomínios: clima de férias o ano inteiro

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Novos empreendimentos confirmam tendência de mais espaços de entretenimento para as famílias, chova ou faça sol

O segmento de imóveis de alto padrão continua crescendo acima da média do mercado da construção civil. Hoje, corresponde a 15% do total das 1.492 unidades lançadas em Londrina em 2019, por exemplo. Na decisão da escolha por um novo imóvel, a área de lazer é uma das mais apontadas por uma pesquisa realizada pela Brain Inteligência Estratégica para o Sebrae-PR: 70% dos entrevistados responderam que um “mix ideal” de área de lazer seria o essencial: piscina, churrasqueiras, academia, salões de festa, espaços gourmet e beauty, além de spa.

Nos empreendimentos da construtora A.Yoshii, as áreas de lazer são pensadas para atender às demandas de entretenimento de toda a família, nas mais variadas faixas etárias. Prontos para morar, o Maison Infinity e o Maison Legend acompanharam as mudanças de comportamento dos moradores da cidade e oferecem amplos espaços de convivência e entretenimento. As áreas comuns contemplam quadra de tênis, spa, piscinas, e até mesmo salão de beleza. 

Já o Landmark Residence, o mais recente empreendimento entregue pela construtora, também localizado na Gleba Palhano, próximo ao Aurora Shopping, tem área de lazer com salão de festas, soccer loungebeauty care, sala de massagem, teen lounge, espaço gourmet com piscina privativa, piscina aberta e coberta, fitness, entre outras soluções voltadas para a família. Um grande diferencial desse empreendimento é uma quadra de tênis de saibro, com medidas oficiais.

“Cada vez mais, os clientes buscam por espaços multifuncionais dentro dos condomínios. Isso torna o dia a dia deles mais cômodo e seguro”, comenta o gerente de unidade da A.Yoshii em Londrina, Ricardo Kitamura

Lançamentos

Em Londrina, a construtora tem lançamentos com opções que vão de 114 metros quadrados a 323 metros quadrados de área útil. No The Edge, com entrega prevista para março de 2023, uma das novidades é a sala de yoga, que permite compartilhar aulas com outros moradores ou realizar uma sessão privada. Para quem gosta de receber amigos, os espaços gourmet têm variações com churrasqueira e até piscina exclusiva. Os adolescentes também são lembrados e ganham espaço próprio para se divertirem, com o teen lounge.

Seguindo o conceito de clube privado, com ampla área de lazer, os empreendimentos da A.Yoshii ainda contam com saunas e quadras poliesportivas. Acompanhando a tendência do bem-estar, os espaços de spa oferecem não só relaxamento como também praticidade, para quem prefere fazer os procedimentos de beleza sem sair de casa. Os três pavimentos dedicados inteiramente ao lazer são alguns dos diferenciais do Lakeside Residence, com entrega prevista para junho de 2022. Além do espaço fitness completo, os moradores vão contar com um amplo salão de festas.

Grupo A.Yoshii

Fundado em 1965, o Grupo A.Yoshii construiu mais de 2 milhões de m² do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá e Curitiba, e acaba de expandir sua atuação para a cidade de Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná e interior de São Paulo, e pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural. Mais informações: www.ayoshii.com.br 


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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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