Artigo: ISP: o seu parceiro de tecnologia está te ajudando a inovar?

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Por Marcelo Cosentino, vice-presidente de Professional Services da TOTVS

O setor de Telecom tem uma regulamentação rígida e, muitas vezes, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) realiza alterações na legislação. Operar nesse mercado requer das empresas provedoras de serviços de internet (na sigla em inglês ISP, de Internet Service Provider) um alto grau de acuracidade, já que qualquer pequeno deslize é passível de multa. Além disso, a popularização do acesso à web e lei da portabilidade tornou o segmento ainda mais competitivo.
Atualmente, a forma mais comum de acesso à internet é baseada em pacotes de velocidade. Você adquire um plano de dados e pode usar até a sua franquia acabar. Dependendo do que foi contratado ou da operadora, quando atinge o limite, você tem que inserir créditos para usar mais ou, o que foi usado além, é cobrado na próxima fatura.
Para fazer a mensuração do excedente, as empresas usam soluções de billing/bilhetagem. E é justamente nessa medição que mora um dos pontos mais sensíveis. Se houver qualquer erro e faturar a menos, a operadora perde dinheiro. Caso cobre a mais, prejudica o cliente ou corre o risco de perdê-lo. Para ter um controle efetivo dessa cobrança, as soluções de billing/bilhetagem precisam ser integradas a outras ferramentas, que garantam que a cobrança seja realizada sem incoerências.
O diferencial para uma operação saudável é ter um parceiro de tecnologia que apoie na integração da ferramenta de billing com a plataforma de backoffice, para que não ocorra falhas e os dados estejam sempre em conformidade. Além disso, para um ISP, contar com um software de gestão robusto é vital para manter a sua competividade. Somente um ERP especializado consegue ajudar a empresa no cumprimento de todas a obrigações legais, controle eficaz da sua operação e planejamento do futuro.
A visão de longo prazo, aliás, também precisa ser trabalhada e, em meio ao dia a dia, se estruturar para chegar lá. Para isso, é preciso ter um parceiro tecnológico que conheça bem a legislação do seu setor e seja capaz de ajudar no planejamento com base em inovação de ponta.
Como ponto de partida, sugiro olhar de perto a Inteligência Artificial. Com ela é possível descobrir padrões de uso do cliente e prever quando ele vai usar mais ou menos o seu plano de dados. Ter essa informação ajuda a empresa a se antecipar e propor ao cliente um pacote mais adequado ao seu perfil, por exemplo, e até mesmo orientar na criação de uma nova oferta de produto. Mais dados e mais previsibilidade é igual a um melhor atendimento ao consumidor, uma vertente muito sensível na operação das ISPs e que pode ser fator decisivo no sucesso ou fracasso dessa provedora no mercado.
Nesta jornada por mais eficiência, inovação e transformação dos negócios, quem são os parceiros de tecnologia que estão ao seu lado? E, mais importante, eles estão aptos a esse desafio que a sua empresa precisa enfrentar?

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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