Atrações de Páscoa animam final de semana curitibano

Crianças poderão rechear ovos e confeccionar orelhas de coelho no Ventura Shopping

 

Para celebrar a época mais doce do ano, o Ventura Shopping preparou uma programação especial para as crianças. Durante dois finais de semana de abril, dias 13, 14, 19 e 20, o shopping oferecerá opções de oficinas especiais de Páscoa, onde os pequenos poderão fazer a decoração de ovos de chocolate e confeccionar orelhinhas de coelho personalizadas.
O evento acontece na Praça Central, que estará decorada para receber o público. “Preparamos um espaço muito aconchegante para garantir a diversão das crianças de todas as idades. Elas poderão levar as orelhinhas de coelho e o ovo decorado feitos por elas mesmas. Com isso queremos gerar a integração entre adultos e crianças e ainda incentivar a criatividade”, conta Daniela Leal, gerente de marketing do Ventura Shopping.
Para participar das atividades, que custam R$ 5,00 por pessoa, as crianças devem estar acompanhadas de um responsável e realizar um cadastro, que pode ser feito na hora.
O Ventura Shopping funcionará em horário especial durante o feriado: na sexta-feira, 19 de abril, as lojas estarão abertas das 14 às 20h. No domingo de Páscoa (21 de abril) a Praça de Alimentação e Lazer funcionarão das 12 às 20h.
 
PRESENTES
O Ventura Shopping tem registrado durante esse período de Páscoa um aumento na procura por itens não convencionais, como brinquedos e itens pessoais, além da tradicional busca pelos chocolates, encontrados em lojas como Cacau Show, Brasil Cacau, Allegra Doces, Babi Doce Cacau e Americanas.
A loja Hyphen Presentes, por exemplo, conta com os tradicionais coelhos de pelúcia e xícaras com desenhos e mensagens especiais para a data. Os unicórnios e dinossauros também são queridos pelos pequenos.
Já na Loja França, localizada no setor vermelho, é possível encontrar opções de pelúcia e almofadas com o tema. Para quem pretende criar uma cesta personalizada, o setor azul do Ventura Shopping conta com a Casa China, que possui todos os itens para montar um presente especial e exclusivo.
Há ainda quem prefira manter a tradição e presentear com chocolate. No shopping é possível encontrar opções de ovos de Páscoa de diversos sabores, como os recheados com marshmallow, cocada e chocolate 70%. Existem também diversos sabores de chocolates sem lactose, para quem tem restrições alimentares.
 
Serviço
Oficina de ovos de Páscoa e orelhinhas de coelho
Datas: 13, 14, 19 e 20 de abril
Horário: 14 às 18h
Valor: R$ 5,00 por pessoa
Local: Ventura Shopping
Endereço: R. Itacolomi, 292, Portão – Curitiba/PR
 
Ventura Shopping
Considerado o maior shopping de descontos de Curitiba, o Ventura Shopping possui mais de 200 lojas, incluindo as âncoras Americanas, Havan, Casa China e Faculdade Fatec. Localizado no bairro Portão, o Ventura é administrado pelos Grupos Tacla Shopping – que possui outros 9 empreendimentos no sul e sudeste – e JCR Empreendimentos. Mais informações em: http://venturashopping.com.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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