Bahia é estado mais procurado para viagens no carnaval

BWT Operadora aposta em destinos como Salvador, Morro de São Paulo e Praia do Forte. Fretamento já tem mais de 80% dos pacotes vendidos

O Carnaval neste ano será diferente. Com o cancelamento das festas, a Bahia se tornou um local ideal para aqueles que irão viajar em busca de lugares com programação para todas as idades, praias paradisíacas e em destino nacional. Esses são novos hábitos dos turistas brasileiros e devem se estender para outros feriados em 2021. De acordo com a pesquisa  Sondagem Turística, a Bahia lidera a intenção de viagens no Brasil nesse período de feriado, com preferência de 18,2% dos entrevistados. O feriado prolongado vai de 13 a 16 de fevereiro. 

Segundo o gerente da BWT Operadora, Gabriel Cordeiro, os turistas que irão viajar no Carnaval são aqueles que buscam lazer e descanso. “Para este feriado, o viajante está procurando um local para ficar tranquilo com a família e curtir belas praias. Por conta do isolamento social, o ato de viajar se tornou ainda mais imprescindível para alguns turistas. Além disso, eles devem priorizar roteiros que se adequaram à pandemia, seguindo protocolos de segurança para que a viagem seja um momento de conforto e lazer, sem dor de cabeça”, aponta.

Para o feriado de Carnaval, a BWT Operadora aposta em fretamentos promocionais com saídas do Aeroporto Internacional de Curitiba (PR) a Salvador (BA), partindo dia 12 e retornando dia 17 de fevereiro. Outra opção para aqueles que não querem ficar na capital baiana é a hospedagem em Morro de São Paulo, uma vila naturalmente deslumbrante, sem automóveis, localizada na extremidade nordeste da Ilha de Tinharé do Brasil, a poucos quilômetros de Salvador, com acesso de barco, lancha ou catamarã. Um dos destinos mais procurados no litoral norte do estado, a Praia do Forte, conhecida também por ser uma das cidades do Brasil que abriga o Projeto Tamar, é outra opção para aproveitar o feriado prolongado na Bahia. 

Os pacotes contam com poucas unidades, visto que mais de 80% já foram adquiridos. Incluem passagens de ida e volta para Salvador, traslados para Morro de São Paulo e Praia do Forte, cinco noites de hospedagem, em opções de hotéis selecionados e resorts de luxo all inclusive. Contam também com transfer do aeroporto e seguro viagem. Entre os diferenciais estão os voos diretos (sem escala), sem riscos de cancelamento, com medidas de segurança seguindo todos os protocolos das autoridades sanitárias, além do atendimento personalizado, degustação de cervejas artesanais durante todo o trajeto e condições acessíveis de pagamento. “Queremos acolher o cliente, proporcionando uma experiência com conforto e segurança. Sabemos que esses pontos se tornaram ainda mais relevantes aos viajantes neste período de retomada”, afirma Cordeiro.

Para mais informações: https://www.bwtoperadora.com.br/

Sobre a BWT Operadora

Fundada em 1996, a Best Way Trips (BWT) Operadora de Viagens e Turismo é uma das empresas da holding Higi Serv. Com escritórios em Curitiba (PR), Vitória (ES), Manaus (AM), Joinville (SC), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG) e executivos promovendo a operadora em Maringá (PR), Campo Grande (MS), Sorocaba (SP) e Londrina (PR). Além disso, mais de 80 profissionais qualificados, prontos para operar roteiros personalizados, para destinos turísticos de todo o mundo.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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