Blackout: City Center Outlet Premium oferece promoções exclusivas na Black Friday

Descontos em lojas como Nike, Puma, Electrolux, Adidas e Lacoste estarão disponíveis de 29 de novembro a 1° de dezembro

Com o conceito americano de oferecer descontos de até 70% durante todo o ano, os outlets atraem consumidores em busca de preços atrativos. A Black Friday, oficialmente celebrada  na última sexta-feira de novembro — este ano,  no dia 29 —, é uma das datas mais aguardadas para  economizar. Combinando o conceito de Black Friday com a proposta de um  Outlet Premium, o City Center Outlet Premium apresenta o Blackout, com promoções exclusivas com mais de 70% de desconto nas lojas participantes.

O evento se estenderá até 1° de dezembro, ampliando o período de promoções. Entre as lojas participantes estão marcas renomadas como Nike, Adidas, Puma, Fila, Electrolux, Levis, Spicy, Tommy Hilfiger, Lacoste, Boss e Vivara, além de muitas outras. No total, mais de 100 marcas nacionais e internacionais participam da Black Friday 2024, abrangendo segmentos como moda, acessórios, artigos para casa e alimentação.

O fim de semana oferece uma ampla variedade de produtos com condições especiais, atendendo a diferentes públicos. Além disso, quem optar pelo City Center Outlet Premium para aproveitar as ofertas poderá participar da Black Bubble: com R$ 150,00 em compras, o cliente ganha uma chance de pegar uma bola premiada e concorrer a mais de 600 prêmios. Entre os destaques estão brindes exclusivos do City Center, vale-compras de R$ 200,00 na loja Nike, ingressos de cinema e outros prêmios variados nas lojas participantes.

As lojas do City Center Outlet Premium funcionarão em horário normal, das 10h às 22h, exceto na sexta-feira (29), que abrirá uma hora mais cedo, às 9h. Marcas como Nike (loja toda com 30% off), Puma (loja toda com 40% off), The North Face (loja toda com 50% off) e Live (loja toda com 60% off + 20% em itens selecionados) já oferecem descontos ao longo de toda a semana. Outras grandes marcas anunciam os descontos na sexta-feira, para mais detalhes basta acompanhar as redes sociais do City Center.

O cinema também entra na onda de promoções, com 50% de desconto nos ingressos para as sessões das 10h e 14h do filme Moana 2. Já para os demais filmes o valor é de R$10,00 o final de semana todo.

Localizado no Paraná, o City Center é o primeiro e único outlet do estado, destacando-se como um dos maiores do Brasil, com mais de 100 lojas nacionais e internacionais. Desenvolvido pelo Grupo Tacla Shopping em um terreno de 290 mil m², o projeto arquitetônico a céu aberto prioriza conforto e bem-estar, oferecendo uma experiência completa de compras, lazer e entretenimento. Além de atender aos moradores de Curitiba, o outlet atrai consumidores de outras 30 cidades da região, reconhecida pelo seu grande potencial de compra.

Sobre o City Center Outlet Premium

Localizado em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba, o City Center Outlet Premium é o primeiro e único outlet do estado do Paraná e um dos maiores do Brasil, com mais de 100 lojas em 74 mil m² de área construída. Segue um conceito americano, que oferece descontos de até 70% durante o ano inteiro, proporciona experiências de compras, lazer e entretenimento para quem mora em Curitiba e outras 30 cidades com grande potencial de compra da região. Construído em um terreno de 290 mil m², o projeto arquitetônico e de paisagismo oferece ambientes a céu aberto, que prezam pelo bem-estar e conforto dos visitantes. É o único outlet com cinema no Brasil, com cinco salas Cineplus e capacidade para 887 pessoas. É administrado pelo Grupo Tacla Shopping – que possui outros 11 empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Mais informações em: citycenteroutlet.com.br. 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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