Boom imobiliário no Nova Campinas: bairro atrai empreendimentos de luxo

Pioneira na verticalização, A.Yoshii ressignifica tradicional bairro com a entrega do Harmonie, edifício de alto padrão da construtora

Um dos bairros mais tradicionais de Campinas tem recebido cada vez mais investimentos de construtoras e incorporadoras, em especial pela sua infraestrutura urbana. Cobertura verde abundante, ruas arborizadas, alta gastronomia, rede de serviços e comodidades e novos condomínios luxuosos têm conferido ao Nova Campinas status de qualidade de vida excepcional. E não é para menos: devido às mudanças nas leis de uso e ocupação e uso do solo, a legislação atual passou a permitir a verticalização em novas regiões da cidade, incluindo o tradicional bairro onde antes apenas construções horizontais eram permitidas. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo de Campinas (Seplurb), o número de alvarás expedidos no Nova Campinas em 2022 cresceu 132%, passando de 109 para 253 em comparação com 2019, último ano antes da mudança na lei de zoneamento.

Lançado em 2021, o Harmonie, terceiro empreendimento da A.Yoshii na cidade e segundo no bairro Nova Campinas, foi concluído recentemente. Em um evento exclusivo que reuniu mais de 150 pessoas nas áreas de lazer do prédio em outubro, o público foi recebido para celebrar essa conquista.

“O sucesso do Harmonie, com 100% das unidades vendidas, se deve à excepcional localização do empreendimento, à qualidade do produto e à adequação dos apartamentos ao público-alvo”, conta o diretor da A.Yoshii em Campinas, Diogo Lopez.

O edifício está situado em um terreno de 2.262 metros quadrados, na Rua Doutor Paulo Castro Pupo Nogueira, número 40, e oferece uma vista privilegiada da região que mais cresce na cidade. “Com um conceito funcional, sofisticado e contemporâneo, o edifício possui fácil acesso às principais avenidas da cidade e está localizado em uma área nobre de Nova Campinas. Aliamos o grande conhecimento técnico, às tendências construtivas, e, mais uma vez, cumprimos com a pontualidade na entrega, marca registrada da construtora”, ressalta.

Fluidez, leveza e elegância

Com 125 m² de área privativa, os apartamentos têm opções de duas ou três suítes. O empreendimento possui uma área de lazer completa, que inclui coworking, espaço compartilhado para reuniões e home office, com acesso direto aos jardins da área externa.

Projeto de interiores pela Spagnuolo & Biagi Arquitetura, o Harmonie também oferece um sports bar, um ambiente dedicado exclusivamente a jogos, bem como um garden gourmet e uma academia com espaço para crossfit ao ar livre. “Pensamos sempre em todos os detalhes, prezamos pelo cuidado com o bem-estar e o lazer de todos os moradores. A piscina externa com borda infinita possui acessibilidade, permitindo que todos usufruam dessa área de lazer”, complementa.

O projeto arquitetônico, assinado pela HMK Arquitetura, se destaca por suas fachadas de linhas retas e cores sóbrias, com peles de vidro em sua composição. “O  paisagismo diferenciado de Marcelo Novaes é um destaque adicional, com  jardins que integram plantas escultóricas, nativas e frutíferas, como pitanga e jabuticaba, promovendo uma convivência harmoniosa entre os moradores e a natureza”, explica.

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há 57 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do sul ao nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, com um posicionamento jovem e conectado, está inserida em regiões de potencial valorização, distribuição inteligente de espaços, proporcionando qualidade, conforto e segurança para os clientes. em municípios do Paraná e do interior de São Paulo; e pelo Instituto A.Yoshii, braço de responsabilidade social, com foco em educação, cultura e meio ambiente. Além disso, atua em obras corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como em usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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