Cães da raça Spitz Alemão ganham evento especial no fim de semana

Hiperzoo promove encontro de raças, aula de adestramento e feira de adoção

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Ativos, joviais e curiosos, os cães da raça Spitz Alemão vêm fazendo cada vez mais sucesso entre petlovers. Tanto que neste domingo (28) ganham um encontro especial no pet center HiperZoo, localizado no bairro Parolin, em Curitiba.
A aparência, que lembra um pequeno leão, e a pelagem macia fazem dos Spitz excelentes cães de companhia. Eles podem ter tamanho pequeno, médio, grande e gigante, mas o tamanho anão, também conhecido como Lulu da Pomerânia, é o mais famoso. Essas pequenas “fofuras”, porém, tendem a latir em excesso e serem um pouco destemidas e desconfiadas. Por isso, o pet center promove também uma palestra sobre nutrição e comportamento da raça, ministrada pela veterinária da Royal Canin, Daniela Chami. O bate-papo inicia às 16h com entrada gratuita.
O encontro, que acontece das 14h às 17h, também conta com espaço para brincadeiras, diversas promoções, sorteios e brindes para os pets. Os participantes podem ainda ter um momento como “modelos fotográficos”:  o estúdio Mayara Morais Fotografia Pet estará presente fotografando os animais e, para participar, basta apresentar um cupom fiscal da loja.
Adoção responsável e educação canina
Já no sábado (27) a oportunidade é para quem pretende aumentar a família. Das 11h às 17h acontece mais uma edição da feira de adoção, em parceria a ONG Amigo Animal. Para adotar, o interessado deve ter mais de 21 anos, responder a uma entrevista sobre os motivos de adoção, aceitar receber a visita de um voluntário da ONG, e apresentar RG, CPF e comprovante de endereço para assinar o termo de adoção. Quem deseja adotar um gato, também precisa ter caixa de transporte e possuir telas de proteção nas janelas de casa.
Na sequência inicia mais uma aula do programa de adestramento coletivo. Ministrada pelo comportamentalista Silo Simões, a aula ensina os comandos básicos – senta, deita e fica. As vagas são limitadas a vinte pessoas por turma e, para participar, os interessados devem se inscrever na loja apresentando cupom fiscal de compras.
 
Serviço
Feirinha de adoção com Amigo Animal
Quando: sábado, 27 de abril, das 11h às 17h
Aula de adestramento Comandos senta, deita e fica” com Silo Simões
Quando: sábado, 27 de abril, das 17h às 18h
Entrada: apresentação de cupom fiscal do HiperZoo
Encontro de cães da raça Spitz Alemão
Quando: domingo, 28 de abril, das 14h às 17h
Palestra sobre nutrição e comportamento do Spitz Alemão com Daniela Chami
Quando: domingo, 28 de abril, às 16h
Entrada: gratuita, com sorteio de brindes e promoções no interior da loja
Foto brinde profissional com a fotógrafa de pets Mayara Morais
Quando: domingo, 28 de abril, das 14h às 18h
Entrada: apresentação de cupom fiscal do HiperZoo
Vagas: limitadas
HiperZoo – Rua Desembargador Westphalen, 3.448 – Curitiba/PR
Telefone: (41) 3051-7777
Sobre o HiperZoo
Inaugurado em outubro de 2016, o HiperZoo disponibiliza mais de 20 mil produtos e serviços voltados ao mercado pet. A loja localizada em Curitiba foi inspirada no mercado americano e possui dois andares, estacionamento próprio com 50 vagas e conceito de shopping center, numa área total de três mil metros quadrados. www.hiperzoo.com.br

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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