Caminhada melhora saúde, fortalece vínculos sociais e promove solidariedade

Exercício é capaz de combater doenças, melhorar a saúde mental e até contribuir com a economia

A caminhada é um exercício prático, democrático, seguro e sem restrição de idade. Ela regula a pressão arterial, reduz o risco de doenças cardíacas, diabetes e câncer, ajuda na perda de peso e melhora a saúde mental.

De acordo com o relatório “Walking for Health”, publicado pela Escola de Medicina da Universidade de Harvard, caminhar pode ter mais impacto no combate a doenças do qualquer remédio disponível. O estudo aponta que caminhar apenas 21 minutos por dia – ou 2,5 horas por semana – reduz o risco de doenças cardíacas em 30%. O relatório aponta inúmeros benefícios para a saúde, relações sociais e para a comunidade. O manual orienta caminhadas em família, que promovem a comunicação entre pais e filhos, a redução de problemas de comportamento e a melhora no desempenho escolar.

Em Curitiba, o Instituto Municipal de Turismo tem um guia para curtir a cidade a pé, com roteiro que percorre a parte mais antiga, envolvendo os bairros Centro e São Francisco. Outra iniciativa que tem a proposta de incentivar a caminhada e promover o bem-estar é a 1.ª Caminhada Positivo, que acontece no dia 25 de agosto. Realizada pelo Colégio Positivo, o evento reunirá famílias e a comunidade para estimular a prática da atividade física e incentivar a solidariedade. A renda arrecadada com as inscrições será doada ao Hospital Pequeno Príncipe, instituição referência no tratamento pediátrico no Brasil. Com valor de R$ 60, as inscrições estão abertas e seguirão até 18 de agosto. Para mais informações, acesse ticketsports.com.br/e/caminhada-positivo-49136.

Exemplo Positivo

De acordo com a psicóloga da rede de colégios Positivo, Michelle Cristina Norberto Martins, correr ou caminhar em família proporciona momentos significativos de interação. “Além de trazer benefícios para a saúde física e mental, o esporte fortalece os laços familiares ao proporcionar um tempo de qualidade para a prática. E ainda ajuda a  manter as crianças longe das telas. Quanto mais tempo, melhor”, pontua. 

O coordenador de Esportes e Cultura do Colégio Positivo, Caio Capra, enfatiza a importância de incorporar a caminhada na rotina familiar, ensinando às crianças a relevância de um estilo de vida saudável. “A prática de atividade física ensina disciplina, compromisso e responsabilidade. Além disso, estudos já mostraram a relação do esporte com a melhora do condicionamento, o fortalecimento de músculos e ossos, a redução de doenças e a manutenção de um peso saudável, aspectos fundamentais para o desenvolvimento das crianças”, explica.

Outro benefício da inclusão de crianças e adolescentes ao esporte é a conexão com a natureza. “Caminhar ao ar livre permite que crianças e jovens se conectem com a natureza, desenvolvendo o senso de responsabilidade ambiental”, afirma a psicóloga.

Serviço

1.ª Caminhada Positivo

Quando: domingo, 25 de agosto

Inscrições: até 18 de agosto

Público geral: R$ 60 + taxa de conveniência

Kids:  R$30 + taxa de conveniência

Saída: 9h do Colégio Positivo – Jardim Ambiental (Rua Itupava 985 – Hugo Lange, Curitiba)

Percurso: distância aproximada de 2 km, no entorno do Colégio

Inscrições e mais informações: ticketsports.com.br/e/caminhada-positivo-49136 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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