Campeonato Paranaense 2016: quem venceu foi a solidariedade

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Ação Gols pela Vida arrecadou mais de R$ 24 mil com apoio do Sicredi, patrocinador oficial da competição

Com o apito final, neste domingo, 8 de maio, foi decidido o campeão da 102ª edição do Campeonato Paranaense de Futebol. O Clube Atlético Paranaense levantou a taça pela 23ª vez, enquanto o Coritiba Football Club ficou com o vice-campeonato, após um acirrado clássico de 180 minutos.
Quem saiu ganhando, no entanto, foram as crianças atendidas pelo Complexo Pequeno Príncipe, que receberam R$ 24,850,00 por meio do Programa Gols Pela Vida. Cada vez que a bola balançou a rede durante todo o Campeonato Paranaense, o Sicredi doou R$ 50,00 para a instituição por meio da plataforma de mobilização social do torneio.
Ao longo da competição o programa ganhou adeptos. Na segunda rodada o Londrina Esporte Clube aderiu ao projeto doando R$ 100,00 e na terceira rodada um sócio torcedor anônimo do Coritiba doou R$ 200,00 para cada gol marcado pelo time alviverde. A Sanepar apoiou os jogos das finais e somou R$ 50,00 para cada gol marcado pelas equipes.
O Sicredi também foi patrocinador oficial do campeonato e marcou presença, animando a torcida durante os jogos que aconteceram em todo o estado. As ações realizadas antes da partida e durante o intervalo fortaleceram os vínculos do cooperativismo com o esporte. “Nós jogamos junto e compartilhamos cada resultado com todos que vibraram pelo seu time do coração durante o Campeonato Paranaense. Essa é a essência do cooperativismo, que apoiou o torneio, as equipes e fortaleceu ações sociais neste ano”, comentou Maroan Tohmé, diretor Executivo da Central Sicredi PR/SP/RJ.
Cooperação em campo no interior
O Sicredi também patrocinou o Troféu Campeão do Interior que premiou o primeiro e segundo lugares com uma premiação em dinheiro. Disputado pelo Londrina e pelo PSTC Procopense, quem levou a melhor, na disputa dos pênalti, foi o Tubarão londrinense, que garantiu a taça e também o prêmio de R$ 50.000,00. O Leão do Norte ficou com o segundo lugar e com o prêmio de R$ 10.000,00.
Além do campeonato, o Sicredi apoia também o campeão estadual da edição anterior do campeonato, o Operário Ferroviário Esporte Clube de Ponta Grossa, o PSTC Procopense e o time Toledo Colônia Work.
A surpresa do Leão do Norte
A equipe de Cornélio Procópio, PSTC Procopense, apoiada pelo Sicredi, foi a grande surpresa desse campeonato. Ao disputar a divisão de elite do Paranaense pela primeira vez, o time fez bonito. Chegou à semifinal contra o Coritiba e se sagrou vice-campeão do Troféu Campeão do Interior.
A parceria do Sicredi e do PSCT extrapolou o gramado e, à exemplo do programa Gols Pela Vida, também aliou solidariedade ao esporte. A cada gol marcado pelo PSTC Procopense, a cooperativa doou R$ 250,00 para a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) da cidade, que contabilizou R$ 4.500,00 ao final dos jogos.
O apoio ao clube reforça a estratégia do Sicredi, que já investe em diversos clubes, torneios e campeonatos, como a Copa São Paulo de Futebol Júnior e Copa do Brasil, além de esportes como futsal e atletismo
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3.2 milhões de associados e 1.400 agências, em 11 estados do País*. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 95 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais, acionistas da Sicredi Participações S.A., uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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