Cardápio especial leva magia das festas de final de ano para pacientes e colaboradores de hospitais

A alimentação vai muito além de simplesmente ingerir nutrientes. O ato de se alimentar envolve, também, memórias afetivas que podem gerar sensações de aconchego, nostalgia e conforto. Por isso, os hospitais Marcelino Champagnat (HMC) e Universitário Cajuru (HUC), em Curitiba (PR), vão proporcionar ceias especiais de Natal e Ano Novo para seus colaboradores, pacientes internados e familiares. Uma ação simples, pensada pela equipe de nutricionistas, para minimizar a distância de casa, humanizar o atendimento e levar a magia do final de ano para dentro dos hospitais.

O setor de nutrição das instituições preparou um menu diferenciado para a ceia e o almoço de Natal, e também para a última noite do ano e o almoço do dia 1.º de janeiro. “A alimentação vai muito além de nutrir”, explica a coordenadora de nutrição dos hospitais Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, Patrícia Conter Lara Prehs. “As pessoas têm relações culturais e afetivas com a comida, e as datas comemorativas remetem a momentos assim. Muitas delas estão longe da família, por isso, tentamos trazer um pouco da festividade para os hospitais. A alimentação da área hospitalar era vista como uma comida sem sabor, mas, ultimamente, temos realizado muitas ações para mudar o pensamento das pessoas. Sabemos que, quando o paciente e o colaborador se alimentam com algo que gostam e que faz sentido naquele momento, a recuperação é mais rápida e o trabalho é mais prazeroso”.

Receitas típicas

No cardápio, pratos mais incrementados e alimentos típicos das datas comemorativas de fim de ano, que serão oferecidos aos colaboradores que atuarem nesses dias na unidade, aos pacientes internados e seus acompanhantes. Filé de peru à Califórnia e pernil ao molho de abacaxi são algumas das receitas escolhidas. No caso dos pacientes, as refeições são sempre definidas de acordo com o quadro clínico de cada um e as orientações médicas. Além do menu diferenciado, a equipe dos hospitais vai levar o espírito natalino por meio de cartões e mimos típicos dessas datas festivas. “Tudo é pensado nos mínimos detalhes para garantir momentos bons para pacientes e funcionários”, diz a nutricionista.

Ações de humanização oferecem conforto aos pacientes e promovem bem-estar aos colaboradores. São pequenas manifestações de esperança que mudam o dia de quem vive a rotina de um hospital. “Todos podem fazer a diferença na vida do outro, mesmo que de forma simples, com uma alimentação diferenciada e um mimo. Ver os sorrisos de colaboradores e pacientes é o que nos motiva a continuar olhando para o próximo e promovendo ações como essas”, conclui Patrícia.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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