Casa perfumada: aromaterapia ganha adeptos ao despertar memórias afetivas

Arquiteta da A.Yoshii dá dicas de como aliar decoração, requinte e bem-estar à técnica

O olfato tem o poder de despertar sensações únicas e evocar lembranças afetivas, permitindo reviver momentos especiais. Quem nunca entrou em um ambiente e sentiu um perfume carregado de histórias, lembrando-se da casa da avó, da comida da mãe ou de uma viagem? Os aromas são capazes de nos transportar no tempo e provocar emoções.

A aromaterapia vem sendo adotada dentro das casas como uma opção para proporcionar bem-estar. A experiência sensorial de entrar em uma casa perfumada não apenas transmite sensação de aconchego, mas também tem o poder de definir o estilo de quem reside no local. “Ao entrar em uma casa e sentir os aromas específicos dela, conseguimos até fazer uma leitura  da personalidade de quem vive ali. Por isso, a aromaterapia, aliada à decoração, está ganhando cada vez mais espaço. Hoje, o perfume do lar possui variadas roupagens: incensos, óleos essenciais, velas, difusores de ambientes, cada vez mais exclusivos e sofisticados”, explica a arquiteta do Grupo A.Yoshii em Campinas (SP), Lorena Santos.

Além de proporcionar um ambiente perfumado, os aromas também ajudam a tornar os espaços da casa mais saudáveis, priorizando o bem-estar e conforto dos moradores. Quando sentimos os  aromas, ativamos o sistema límbico, que está diretamente ligado às emoções, ao humor, ao comportamento e à memória. Atualmente, a decoração de um lar vai além da escolha de móveis, objetos e cores, abrangendo também a seleção dos perfumes que preenchem a casa, capazes de proporcionar sensações de bem-estar e acolhimento. 

Além dos conhecidos difusores elétricos, existem outros acessórios que podem ajudar a deixar a casa perfumada e bem decorada. Confira abaixo três dicas da arquiteta:

Velas e kit de acessórios

“Vedetes” na decoração, as velas compõem os ambientes de forma única, pois além de exalarem perfume a luz da chama traz uma sensação de aconchego e bem-estar. Com diferentes formatos, estilos, cores e tamanhos, elas podem ser colocadas em vidros, latas estilizadas, candelabros e castiçais, proporcionando requinte à decoração. “As velas dão um tom de sofisticação, unindo vários elementos em uma experiência imersiva completa. Podem ser dispostas em uma mesa, por exemplo, ajudando a iluminar o ambiente e criando um efeito único, tornando-o mais intimista. E também têm a função de reduzir ou neutralizar odores, sendo excelentes opções para a cozinha e o banheiro”, explica. 

Além das velas, outros acessórios como acendedores, apagadores (pinça), abafadores e cortadores de pavio também podem trazer elegância e deixar o ambiente mais exclusivo. “Para os amantes de velas esse kit é essencial. Existe uma infinidade de modelos e formatos e todos têm uma função específica que torna o momento de acender ou apagar a vela um charme à parte, além de enfeitarem o local  com seu design arrojado”. 

Home spray

Outra dica valiosa para deixar a casa perfumada é utilizar um spray exclusivo para roupas de cama, almofadas, cortinas e tapeçarias. “Para criar um ambiente agradável e com perfume único e duradouro, é indispensável o uso de um spray específico para tecidos. Diversas marcas renomadas no mercado criaram soluções únicas que não estragam nem mancham os tecidos, proporcionando um perfume mais duradouro ao ambiente”, ressalta Lorena.

Existem também sprays com designs modernos que ajudam a decorar o ambiente. “Além de escolher o aroma ideal para cada espaço, muitas marcas já estão criando, com exclusividade, sprays com embalagens modernas que se harmonizam com o ambiente, podendo ser expostos como um elemento a mais na decoração da casa”, destaca. 

Algumas marcas fazem aromas personalizados, ou seja, cheiros únicos, que exprimem exclusividade e bom gosto. A marca Olfati é uma das que realizam esse tipo de serviço. 

Arranjos secos aromatizados

A utilização de folhas, flores, frutas, ervas, cascas e especiarias é uma excelente opção para combinar bom gosto estético com aromaterapia. “Aqui, as opções são infinitas! É possível criar sachês, vidros, caixas, buquês com arranjos únicos e perfumados. As plantas secas costumam trazer sofisticação aos ambientes e, quando utilizadas com frutas e especiarias, por exemplo, podem deixar o ambiente com um perfume especial”.

Além de compor o ambiente com elegância, esses arranjos são aromatizantes naturais e trazem diversos benefícios para a saúde e o bem-estar. “Uma ideia é fazer arranjos menores utilizando especiarias como cardamomo, canela, cravo, anis-estrelado. A dica aqui é utilizar gotas de óleo essencial para aumentar a intensidade do perfume que você deseja”, sugere.

Aromas e suas sensações

  • Lavanda: este aroma floral é comumente conhecido por ter efeito calmante, ajudando a relaxar, reduzir o estresse e melhorar o sono.
  • Capim cidreira e laranja doce: ideais para o home office, esses aromas são capazes de aumentar a concentração e atenção. 
  • Eucalipto: muito além do “cheirinho de sauna”, o eucalipto auxilia na descongestão das vias nasais e melhora a respiração das pessoas que circulam no ambiente. 
  • Bergamota: cítrico e floral, a bergamota é estimulante e ajuda a aliviar a ansiedade e o estresse. 
  • Alecrim: refrescante e herbal, o alecrim não é utilizado apenas na cozinha! O óleo essencial de alecrim ajuda a melhorar a memória e concentração. 
  • Canela: clássico cheirinho repleto de memórias, a canela é estimulante e revigorante, além de aguçar a mente.
  • Ylang ylang: floral e intenso, o óleo essencial de ylang ylang reduz o estresse e aumenta a sensação de felicidade.
  • Limão: O mais cítrico de todos, o aroma de limão promove sensação de frescor e purificação. 
  • Baunilha: doce e encantador, o aroma de baunilha promove sensação de felicidade e bom-humor. 

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há 57 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do sul ao nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos voltados para o primeiro imóvel, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná e do interior de São Paulo; e pelo Instituto A.Yoshii, braço de responsabilidade social, com foco em educação, cultura e meio ambiente. Além disso, atua em obras corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como em usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br.

Share:

Latest posts

Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.
Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >
Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.
Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário
Trajetória marcada pela inovação e pela ampliação do acesso à saúde bucal coloca o fundador da Neodent...
Saiba mais >
Divulgação Valmet
Valmet amplia segurança em linhas de conversão de tissue com tecnologia que reduz exposição à poeira
Conceito do Sistema DustControl faz parte de uma abordagem mais ampla da Valmet para elevar os níveis...
Saiba mais >