Mercado imobiliário de luxo é impulsionado por termos em inglês

Por Ana Luiza Branco

 

Os dados revelam um cenário dinâmico e favorável para o mercado imobiliário de alto padrão, contrariando as tendências do mercado. O setor registrou um crescimento em lançamentos e Valor Geral de Vendas (VGV), de acordo com o levantamento realizado pela consultoria Brain Inteligência Estratégica. Segundo o estudo, o país registrou um aumento de 39,2% nos lançamentos de imóveis de luxo, atingindo o vultoso valor de R$ 2,4 bilhões. 

O promissor aquecimento do mercado chegou à região Sul, com a capital do Paraná sendo reconhecida como uma das principais cidades em termos de crescimento no setor, tornando-a uma das áreas mais procuradas por investidores e compradores. Esse bom desempenho foi validado por uma pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), de 2022, que revelou um aumento de 15% nas vendas de apartamentos novos em comparação com o ano anterior. 

Além disso, os imóveis residenciais registraram uma valorização acima da inflação, de 11,1% nos últimos 12 meses. E o fim do ano não pretende desacelerar o segmento, com uma pesquisa solicitada pela Confraria Imobiliária de Curitiba apontando um terceiro trimestre promissor, com a emissão de 85 alvarás de construção pela prefeitura da capital desde o início de outubro. Mas, afinal, o que faz com que o mercado imobiliário de alto padrão seja tão resiliente? 

Muito mais do que um lar

A cada fim de ano, especialistas e institutos de pesquisa fazem suas apostas sobre as tendências e perspectivas que guiarão o mercado imobiliário. Além das previsões sobre a cor do ano, decoração do momento, integração com a natureza, maximalismo ou minimalismo e como transformar o seu lar em um refúgio, uma coisa é certa: investir em imóveis de alto padrão é uma escolha que não apenas proporciona conforto, bem-estar e praticidade, mas também é uma excelente opção para quem busca valorização do patrimônio. 

Além dos rigorosos padrões de qualidade e excelência, um imóvel de luxo deve cumprir requisitos, como localização privilegiada, design e arquitetura exclusivos, infraestrutura completa, segurança, privacidade e espaços exclusivos, valorização contínua, conectividade, inteligência construtiva e integração aos espaços já existentes, reduzindo ao máximo os possíveis impactos causados ao meio ambiente. Para aqueles que desejam estar no topo da escala em termos de qualificação e sofisticação, o luxo tem ido além e as tendências que ditam os padrões construtivos desse setor imobiliário impressionam. 

Muito além do morar, o desfrutar do lar. Os home clubs são uma nova tendência de moradias que oferecem opções de lazer, esportes e bem-estar, incorporando a experiência de um clube no apartamento. Com o objetivo de proporcionar um estilo de vida completo e dinâmico, com opções de lazer e esportes diretamente integradas ao ambiente residencial, o home club é um empreendimento imobiliário que oferece aos moradores uma ampla gama de comodidades e instalações recreativas. A proposta é criar um ambiente que promova o bem-estar, a socialização e o equilíbrio entre trabalho, lazer e esportes dentro do ambiente residencial. O Grupo A.Yoshii, há mais de 57 anos no mercado e reconhecido nacionalmente pelas soluções construtivas, aposta em um conceito que une o luxo à sustentabilidade, aliando requinte e sofisticação. A tendência do mercado imobiliário de alto padrão para construção de empreendimentos com infraestrutura e lazer de clubes norteia os últimos lançamentos da construtora que projeta estruturas adaptadas às demandas do consumidor moderno que integram ambientes de relaxamento ao lar, proporcionando um verdadeiro oásis.

Integração com a natureza

Convergindo ao conceito de transformar o lar em um verdadeiro oásis, os jungle buildings são empreendimentos com abordagem biofílica que visam reconectar a sociedade à natureza e atender à demanda por projetos sustentáveis. Hoje, a proposta dos empreendimentos de alto padrão é reconciliar as pessoas com a natureza, conferindo saúde, conforto e bem-estar. A integração da arquitetura à paisagem local não é mais uma opção, mas uma demanda do novo consumidor. 

Estudos acadêmicos corroboram essa tendência e revelam que viver a menos de 300 metros de espaços verdes urbanos, como parques, reservas naturais ou áreas de lazer, proporciona uma sensação maior de felicidade e satisfação com a vida. Na mesma esteira, surge a arquitetura sustentável, também conhecida como green buildings. Visando aliviar os impactos ambientais dos projetos construtivos, a arquitetura verde consiste na redução dos impactos causados ao meio ambiente pela utilização irresponsável dos recursos naturais durante uma construção. Dentre as principais prevenções, estão eficiência energética, reciclagem, reúso de recursos hídricos e estruturas pré-moldadas. Esses processos ambientalmente responsáveis e eficientes também valorizarão os imóveis na hora de compra e venda. Como princípio norteador em todos os seus projetos, a A.Yoshii utiliza de técnicas com baixo impacto à natureza; sistema de reaproveitamento da água da chuva para irrigação de floreiras e jardins; lâmpadas de led, que proporcionam menor consumo de energia nas áreas comuns; sistema de contenção de cheias; dentre outras iniciativas que empregam tecnologias de última geração.

Alinhar o setor imobiliário com as necessidades e as expectativas de uma sociedade em constante evolução não é tarefa fácil. A forma como enxergamos nosso lar e o conceito de “bem morar” é um espelho refletor do que acontece mundo afora. Hoje, o ambiente residencial deve proporcionar uma vida mais rica e equilibrada para seus moradores, com conveniência, qualidade e dinamismo. A busca por imóveis inteligentes e sustentáveis continuará atraindo a atenção do mercado imobiliário e caberá às construtoras cumprir o exigente papel de encontrar oportunidades em cidades valorizadas que permitam lançar produtos diferenciados, com a qualidade que o novo normal exige, moldando o futuro das moradias urbanas. 

*Ana Luiza Branco é assessora de imprensa na Central Press.

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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