O Futuro do Varejo: Personalização sob Medida com IA e Machine Learning

*por João Paulo 

O comércio eletrônico está em constante evolução, e a próxima fronteira é a personalização sob medida. Por meio da inteligência artificial (IA) e do machine learning, as lojas virtuais podem oferecer experiências únicas e personalizadas para cada cliente, impulsionando as vendas e a fidelização.

Dados que comprovam o potencial da personalização:

– 78% dos consumidores brasileiros se sentem mais propensos a comprar em lojas que oferecem recomendações personalizadas fonte: (https://www.ecommercebrasil.com.br/).

-62% afirmam que teriam maior fidelidade a lojas que oferecem experiências personalizadas fonte: (https://varejointeligentebrasil.com.br/).

Como a IA e o Machine Learning personalizam a experiência do cliente:

Chatbots inteligentes: respondem a dúvidas, auxiliam no processo de a compra e fazem sugestões de produtos com base no perfil do cliente. A https://www.magazineluiza.com.br/ , por exemplo, utiliza chatbots para ajudar na escolha de produtos e esclarecimento de dúvidas, alcançando uma taxa de satisfação de 80%.

Segmentação de público ultra-precisa: permite identificar os interesses e necessidades de cada cliente, permitindo que as lojas virtuais encaminhem ofertas e promoções relevantes. A https://www.dafiti.com.br/, por exemplo, usa segmentação de público para enviar e-mails personalizados, resultando em um aumento de até 20% na taxa de conversão.

Recomendações de produtos: utilizando o histórico de compras, navegação e perfil do cliente, as lojas virtuais podem recomendar produtos que o cliente realmente deseja. A https://www.amazon.com/ utiliza algoritmos de machine learning para fazer tais recomendações, sendo que 35% de suas vendas são originadas dessas sugestões personalizadas.

Ferramentas para personalizar sua loja virtual:

Plataformas de e-commerce: muitas plataformas, como https://www.shopify.com/ e https://vtex.com/, oferecem recursos de IA e machine learning integrados.

Plugins e extensões: existem diversas opções de plugins e extensões para adicionar funcionalidades de IA e machine learning à sua loja virtual, como https://recart.com/ai-sms ou https://manychat.com/ para chatbots e https://www.yotpo.com/ para avaliações de produtos.

Investir em personalização é investir no futuro do seu negócio. Por meio  da IA e do machine learning, as lojas virtuais podem oferecer experiências únicas e personalizadas para cada cliente, impulsionando as vendas, a fidelização e construindo um relacionamento mais forte com seus consumidores.

Então quer um conselho? Comece hoje mesmo a personalizar sua loja virtual e prepare-se para o futuro do varejo!

Lembre-se: a personalização é uma jornada contínua. É crucial  monitorar os resultados de suas ações e ajustar suas estratégias de acordo com as necessidades e expectativas dos seus clientes.

Dica bônus: ofereça aos seus clientes a opção de personalizar suas preferências de comunicação e recebimento de ofertas, garantindo que eles recebam apenas informações que sejam do seu interesse.

Invista nessa tecnologia e prepare-se para proporcionar  experiências únicas e memoráveis aos seus clientes.

 

*João Paulo é growth manager da Central Press

 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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