Cenibra será modernizada com novos equipamentos que visam aumentar a capacidade produtiva e reduzir o impacto ambiental

Multinacional finlandesa Valmet é responsável pelo fornecimento das prensas e modernização da linha de fibras da fábrica de celulose, localizada em Belo Oriente (MG)

A Valmet, fornecedora líder de tecnologia para a indústria de celulose e papel, foi escolhida para realizar a modernização da linha de fibras da fábrica de celulose da Cenibra, localizada na unidade de Belo Oriente, em Minas Gerais. Além da modernização do sistema de lavagem, a substituição dos difusores pelas prensas permitirá um futuro aumento na produção da linha de fibras.

A planta de Linha de Fibras irá utilizar a tecnologia mais avançada disponível no mercado, com o fornecimento e a instalação da prensa Valmet TwinRoll, que substituirá os atuais difusores atmosféricos, como parte da modernização da Linha 1. Essa alteração vai proporcionar um aumento de desempenho ao processo de lavagem, impactando positivamente a produção e o consumo específico de insumos.

A Valmet TwinRoll possui uma tecnologia de prensagem de última geração, trazendo uma série de vantagens em comparação com os difusores atmosféricos tradicionais. Por exemplo, melhora a performance do estágio de deslignificação e reduz o consumo de produtos químicos no branqueamento, ao mesmo tempo em que diminui as perdas alcalinas na lavagem marrom.

“Estamos muito satisfeitos em oferecer nossa tecnologia de ponta à Cenibra”, afirmou o gerente de Vendas de Celulose e Energia, Tecnologias de Processamento de Fibras, Valmet América do Sul, Felippe Rosa. “Acreditamos que a prensa contribuirá significativamente para a melhoria da  eficiência e a redução dos custos da Cenibra, tornando-a  ainda mais competitiva no mercado global”, complementa.

A Cenibra é uma das maiores produtoras de celulose do mundo, com uma capacidade de produção de 1,2 milhão de toneladas por ano. A empresa está situada em Belo Oriente, Minas Gerais, e é uma das principais empregadoras da região. O projeto foi iniciado em janeiro de 2023 e será finalizado em fevereiro de 2024.

Detalhes do fornecimento 

O fornecimento compreende uma etapa de deslignificação com oxigênio e quatro novas máquinas para a lavagem de polpa marrom e lavagem pós-deslignificação. A lavagem utiliza a tecnologia de prensas Valmet TwinRoll, conhecida por sua facilidade de  manutenção, baixo consumo de energia e alta disponibilidade.

Sobre a Valmet

A Valmet é uma desenvolvedora e líder global no fornecimento e desenvolvimento de processos, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia. Com sistemas de automação e soluções de controle de fluxo de ponta, a Valmet atende expressiva base de indústrias, visando ser campeã global no atendimento dos seus clientes. Com mais de 17 mil profissionais, a Valmet conta com mais de 220 anos de história industrial e sólido histórico de melhoria e renovação. Em 2022, a empresa de controle de fluxo Neles Corporation foi incorporada pela Valmet. A Valmet América do Sul opera com unidades em Araucária (PR), Sorocaba (SP), Belo Horizonte (MG), Imperatriz (MA) e Concepción, no Chile. Mais informações: www.valmet.com.br.

Sobre a Cenibra

Celulose Nipo-Brasileira S.A. – a Cenibra é uma das maiores produtoras mundiais de celulose branqueada de eucalipto (madeira de fibra curta). Sua produção anual é de aproximadamente 1.200.000 toneladas, das quais mais de 90% são exportadas. A Cenibra atua em 54 municípios do estado de Minas Gerais. Como reconhecimento ao trabalho com os mais altos padrões internacionais de excelência, a Cenibra é certificada nas normas ISO 9001, ISO 14001, ISO IEC 17.025 e possui os certificados Forest Stewardiship Council (FSC) e o Programa Nacional de Certificação Florestal (Cerflor). A rastreabilidade da celulose pode ser feita da floresta para o cliente ou do cliente para a floresta. 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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