Churrasqueiras em sacadas ganham destaque em imóveis compactos

Espaços de lazer dentro do apartamento são diferenciais para moradores de imóveis compactos para confraternizações mais intimistas

Se existe um espaço que o brasileiro não abre mão, mesmo em apartamentos menores, é a sacada – área projetada para o exterior da estrutura do imóvel. Usada geralmente para colocar uma rede de balanço, pequenas plantas e até mesmo uma poltrona, mas há muito interesse por mais um item nesse espaço privativo: entram em cena, então, as sacadas com churrasqueira, que se assemelham a uma pequena varanda gourmet. Essa opção, até então, era comumente oferecida apenas em imóveis nas opções garden, no térreo, e em imóveis de alto padrão.

Segundo o diretor da unidade da Yticon em Campinas, Kalel Costa Aiache, construtora do Grupo A.Yoshii, essa modalidade nunca perdeu força, mas ganhou impulso nos últimos cinco anos, com novos perfis de clientes. “O brasileiro gosta muito de confraternizar com a família e amigos, sobretudo no verão. Mesmo com as cozinhas gourmets e churrasqueiras maiores no espaço coletivo dos prédios, muitos moradores buscam por espaço dentro de seu próprio apartamento para ocasiões menores, intimistas”, explica. Por isso, a churrasqueira na sacada está em, praticamente, todos os novos projetos da construtora, voltada ao segmento do primeiro imóvel.

Com cerca de 6 metros quadrados, já é possível decorar o espaço com mesa, cadeiras e até mesmo plantas e flores. “O espaço é bem versátil e comporta diferentes estilos de decoração. Para melhor otimização do espaço, o ideal é que o morador faça um projeto de móveis sob medida, assim conseguirá aproveitar todos os cantos do local”, completa o diretor, salientando que até mesmo o motor do ar-condicionado pode ser integrado ao projeto, tornando-se, por exemplo, bancada para pequenos objetos de decoração ou, ainda, vasinhos de plantas ou temperos. Já a churrasqueira em si, pode ser incorporada ao lado de um balcão, com opção de fechamento com tampa, para quando não estiver sendo utilizada.

Diferenças 

“Varanda gourmet” é aquela que permite instalar ou já vem com o espaço para churrasqueira a carvão, inclusive com exaustão acima dela, e um ponto de água ao lado da pia. Já a “varanda grill”, por sua vez, possui apenas um ponto de água acompanhado de um ponto elétrico, ou seja, uma tomada que permite ligar um aparelho de grill. “Esse é um ponto importante a se atentar na hora de adquirir um imóvel novo. Muitos empreendimentos entregam apenas a segunda opção, portanto, o custo para equipar o espaço ficará com o proprietário. No caso da Yticon, os empreendimentos que possuem churrasqueira no projeto, são entregues com a estrutura finalizada.”

Sacada integrada

Para aqueles que desejarem, uma sugestão é unir a sacada com churrasqueira à sala de jantar, criando um espaço integrado. Isso significa integrá-la com o cômodo ao lado, feito a partir da retirada parcial ou total de paredes, criando um só espaço maior. Nessa tendência, as sacadas ganham novas utilidades que atendem várias necessidades dos moradores ao mesmo tempo: área de lazer, varanda gourmet, sala de jantar, espaço zen e até mesmo um novo barzinho. “Para unificar a varanda com qualquer outro espaço da casa, seja cozinha, sala de estar ou de jantar, a sacada precisa ser fechada externamente por vidros e ter seu piso nivelado com o cômodo”, explica.

Legislação

De forma geral, não existe nenhuma lei específica que proíba um morador de fazer churrasco na sacada do prédio, principalmente naqueles que possuem estrutura original para isso. No entanto, cada condomínio poderá adicionar uma regra diferente sobre este assunto na Convenção do Condomínio, após aprovação da assembleia entre os moradores. “Nossos projetos de churrasqueiras na sacada preveem a dissipação da fumaça pela chaminé, evitando que entrem nos apartamentos. É importante o comprador se atentar a esse detalhe na hora da compra do imóvel.” Atualmente, as churrasqueiras entregues nos empreendimentos são do modelo a carvão.

 

Sobre a Yticon Construção e Incorporação

A Yticon é uma construtora e incorporadora que atua há mais de doze anos nas cidades de Londrina, Maringá e Cambé, no Paraná, além de Presidente Prudente e Campinas, em São Paulo. A empresa do Grupo A.Yoshii desenvolve empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização, especialmente para quem quer conquistar o primeiro imóvel. A Yticon já construiu mais de 5,9 mil unidades, todas entregues rigorosamente no prazo, somando mais de 550 mil metros quadrados de área construída. Mais informações: www.yticon.com.br.

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há mais de 55 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná; e pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural. Além disso, atua em Obras Corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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