Cini Bebidas melhora controles e impulsiona volume de entregas com TOTVS

Software de gestão, módulo APS e a plataforma Geosales deram suporte à cadeia produtiva, aumentando a eficiência e melhorando a gestão logística

Com 125 anos de existência, a Cini Bebidas é uma das empresas paranaenses mais antigas e tradicionais em atividade. Se o histórico de longevidade inspira o carinho e a admiração do consumidor pela marca, é importante saber que, para sustentar a prosperidade do negócio por décadas a fio, é necessária uma política constante de atualização tecnológica.
Para isso, uma nova ferramenta foi adotada para otimizar o ciclo de inovação de produtos e o gerenciamento de estoques, de forma a atender com mais eficiência a aproximadamente nove mil clientes e gerar mais negócios para a Cini. O software de gestão da TOTVS, provedora líder no Brasil e América Latina de soluções de negócios, foi o escolhido.
Desenvolvido especialmente para o segmento de indústrias de bens de consumo, a solução permite um acompanhamento eficaz de todas as etapas do processo produtivo, automatizando a gestão e o controle. A abrangência do sistema acompanha desde a matéria-prima até a distribuição ao consumidor final. Com o apoio de tecnologias para o core business e para o Back Office, é possível ter informações completas sobre o produto, suas etapas produtivas, qualidade e, até, conferir a localização dos itens.
Um dos destaques é o Geosales, plataforma de força de vendas totalmente integrada ao ERP, hoje utilizada pelas seis equipes de vendas, composta por dez colaboradores cada. Com a solução, o time de vendedores em campo transmite, em tempo real, todos os dados de pedidos e clientes para a equipe no escritório, viabilizando um controle preciso sobre tais operações. Assim, a indústria de bebidas passou a garantir a entrega da mercadoria na quantidade exata e no menor espaço de tempo possível.
Com versão para smartphone, o Geosales diferencia-se por não ser um aplicativo pesado, evitando o consumo exagerado da bateria do celular. “É o resultado de um longo trabalho de companhia para oferecer o que há de mais eficaz e moderno no mercado”, comemora o diretor executivo da TOTVS Curitiba, Fabiano Rodrigues de Andrade. Os colaboradores da Cini notaram essa diferença do novo sistema adotado pela empresa. Agora, a bateria dos celulares dura o dia inteiro, sendo possível estar sempre online para atender aos clientes.
O CEO da Cini, Rodrigo Marcon, também ressaltou outra contribuição do aplicativo para as operações da empresa. “Hoje, está mais rápido emitir o pedido de vendas pelo celular. E também mais simples do que quando usávamos um computador tradicional”.
A solução trouxe ainda economia com outros equipamentos. Os rastreadores, instalados nos carros da empresa, para identificar o trajeto e o local das equipes, foram aposentados. O aplicativo é capaz de indicar a movimentação das equipes de vendas pela cidade. “A ferramenta simplificou muito todo o nosso processo”, comemora Marcon.
O diretor da TOTVS Curitiba, Fabiano Rodrigues de Andrade, lembra, ainda, que a integração com o Back Office trouxe diversas vantagens ao cliente. “O sistema faz leituras constantes de estoque, controle de matéria prima, previsão de entrega, entre outras ações. Desta forma, quando um produto acaba, o sistema já avisa a produção. Além disso, quando um insumo acaba, o próprio sistema já realiza a compra”, finaliza o executivo.
Entregas mais rápidas
A Cini sabe que no acirrado negócio do setor de alimentos e bebidas faz toda a diferença ter uma estrutura que garanta a saída da mercadoria do depósito e a presença nas gôndolas e refrigeradores do comércio em tempo hábil. Outra ferramenta da TOTVS fundamental para garantir o funcionamento da organização e o andamento desse processo é o APS (Planejamento Avançado de Produção), módulo do software para bens de consumo da companhia, que calcula as demandas de materiais e as suas novas necessidades, contribuindo para a redução do prazo de entrega. Além disso, por meio dele, é possível visualizar, a qualquer momento, como está o estoque e cadastrar regras para que a produção seja liberada automaticamente, garantindo assim, melhor eficiência produtiva.
Antes da chegada do pacote de soluções da TOTVS, o pedido feito durante o horário de expediente das equipes só era processado pela central da Cini por volta da meia-noite. Em alguns casos, só conseguia ser baixado do sistema no dia seguinte. Agora, todas as vendas estão sincronizadas até às 18 horas. O ganho de tempo nas entregas foi uma das consequências. “Com o conjunto de soluções, conseguimos implementar um processo em que a venda ocorre em um dia e a entrega no dia seguinte, o que antes não era possível. Isso impactou positivamente nas nossas receitas”, conta o CEO da Cini.
Os ótimos resultados obtidos com o ERP da TOTVS devem incrementar ainda mais toda a estratégia de venda e entrega da Cini neste ano. Segundo Marcon, o plano é ampliar a integração das ações das áreas de vendas e entrega. A ideia é fazer com que a tecnologia dê as coordenadas exatas para o pessoal da entrega chegar ao cliente com simplicidade. “Isso pode incrementar nossas receitas entre 5% e 10%”, afirma Marcon.
Como se vê, renovar o caminho da prosperidade também é uma questão de tempo.
Sobre a TOTVS
Provedora de soluções de negócios para empresas de todos os portes, atua com softwares de gestão, plataformas de produtividade e colaboração, hardware e consultoria, com liderança absoluta no mercado SMB na América Latina. Com mais de 50% de marketshare no Brasil, ocupa a 21ª posição de marca mais valiosa do país no ranking da Interbrand. A TOTVS está presente em 41 países com uma receita líquida de mais de R$ 2 bilhões. No Brasil, conta com 15 filiais, 52 franquias, 5 mil canais de distribuição e 10 centros de desenvolvimento. No exterior, conta com mais 7 filiais e 5 centros de desenvolvimento (Estados Unidos, México, China e Taiwan). Para mais informações, acesse o websitewww.totvs.com.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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