City Center Outlet Premium ganha novas lojas e unidade do Sesc e Senac

Nova unidade do Sesc-Senac PR inaugurou na última quinta-feira, dia 29, com cursos gratuitos até dezembro

Ampliando a oferta de serviços e lazer em Campo Largo, o City Center Outlet Premium recebe uma série de novas opções para a comunidade local. Em agosto, o outlet já recebeu duas novas lojas e, na quinta-feira, dia 29, inaugurou uma unidade do Sesc/Senac PR, um espaço moderno e diversificado que promete se tornar referência na região.

Entre as novas lojas, destaca-se a Bugbee, uma marca catarinense especializada em moda infantil, que abriu a primeira unidade no Paraná. A loja oferece uma linha de roupas e acessórios que combinam conforto e estilo para crianças de todas as idades. Conhecida pelo design cuidadoso e pela qualidade dos materiais, a Bugbee garante produtos que acompanham as tendências sem deixar de lado o bem-estar dos pequenos. 

A Jorge Bischoff, uma das mais renomadas marcas de calçados e bolsas do país, inaugurou a primeira unidade de outlet na região de Curitiba. Reconhecida pela elegância e design exclusivo, a marca traz ao outlet uma grande variedade de acessórios, como bolsas e cintos. A loja se destaca pelos descontos de até 70%, com as ofertas cuidadosamente separadas por numeração. Além disso, os clientes também podem aproveitar a coleção Primavera-Verão 2025. Ainda no segmento de moda feminina, o outlet recebe a marca Carmen Steffens, uma das mais prestigiadas grifes brasileiras, conhecida pelas peças de alto padrão, que incluem desde calçados e bolsas até roupas e acessórios. 

Para ampliar a gama de serviços, o City Center Outlet ganhou uma nova unidade do Sesc PR. Com 390 metros quadrados, o espaço oferece uma sala de pilates, vestiários, áreas equipadas com aparelhos de musculação aeróbicos, além de um espaço de peso livre e uma sala de avaliação física. A academia vai funcionar de segunda a sexta, das 7h às 22h, e aos finais de semana e feriados, das 9h às 13h e das 14h às 18h. Até o dia 30 de novembro, trabalhadores do comércio pagam R$ 49,90, e o público em geral, R$ 79,90 para utilizar os serviços.

Já no Senac, o espaço de 349 metros quadrados inclui um café-escola, ambiente pedagógico gourmet e smart. A nova unidade vai oferecer cursos gratuitos até dezembro de 2024 nas áreas de gastronomia, moda, beleza e gestão. O café-escola vai funcionar de segunda a domingo, das 10h às 22h. A unidade também terá uma Central de Relacionamento para credenciamento e atendimento ao público, incluindo a venda de pacotes de turismo do Sesc. 

“Estamos muito entusiasmados com essas inaugurações. Acreditamos que esses novos espaços no City Center Outlet Premium trarão ainda mais vitalidade à nossa comunidade, oferecendo não apenas serviços de qualidade, mas também oportunidades de crescimento profissional e pessoal,” destaca Fernanda Hickson, gerente de Marketing do City Center Outlet Premium.

Serviço

City Center Outlet Premium
Rua João Bertoja, n.º 1995 – Itaqui de Cima, Campo Largo. Acesso pelo km 122 da BR 277, no sentido Curitiba–Ponta Grossa.
Estacionamento gratuito

Sobre o City Center Outlet Premium

Localizado em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba, o City Center Outlet Premium é o primeiro e único outlet do estado do Paraná e um dos maiores do Brasil, com mais de 100 lojas em 74 mil m² de área construída. Segue um conceito americano, que oferece descontos de até 70% durante o ano inteiro, proporciona experiências de compras, lazer, serviços e entretenimento para quem mora em Curitiba e outras 30 cidades com grande potencial de compra da região. Construído em um terreno de 290 mil m², o projeto arquitetônico e de paisagismo oferece ambientes a céu aberto, que prezam pelo bem-estar e conforto dos visitantes. Foi o primeiro outlet a inaugurar já com cinema no Brasil, com cinco salas. É administrado pelo Grupo Tacla Shopping – que possui outros 11 empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Mais informações em: citycenteroutlet.com.br. 

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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