ClearCorrect fecha parceria com Universal Pictures em campanha de lançamento do novo filme dos Minions

Os alinhadores transparentes para tratamento ortodônticos vêm se consolidando no mercado nos últimos anos e com mais força agora, inclusive com o público teen. Esse foi um dos motivos que fizeram com que a ClearCorrect, marca do Grupo Straumann, fosse procurada pela Universal Pictures para firmar uma parceria. O resultado é a campanha “Seu sorriso favorito”, lançada neste mês de junho, e que traz os Minions como protagonistas, justamente durante o lançamento do novo filme dos personagens: “Minions: a Origem de Gru”. 

Conhecida pelos adultos pela agilidade no tratamento e discrição do aparelho, a ClearCorrect tem direcionado recentemente suas conversas também para os adolescentes, que muitas vezes procuram iniciar o tratamento odontológico cedo e encontram nos alinhadores uma alternativa ao tratamento convencional. “Nossos alinhadores são indicados para o público jovem, mediante consulta e avaliação prévia pelos dentistas, e esse foi um dos pontos que despertou interesse e fez com que a parceria com a Universal Pictures e os Minions fosse firmada. Hoje, já contamos com parceiros, principalmente ligados ao esporte, que usam nosso produto no dia a dia e durante os treinos, mostrando e aprovando a praticidade do tratamento”, conta o diretor de Marketing e Educação da ClearCorrect, Alexandre Giglio.

Sobre a parceria com a Universal, Pablo Prado, vice-presidente da unidade de negócios ortodônticos do Grupo Straumann América Latina comenta: “Esse projeto vai de encontro com nosso propósito de criar novos sorrisos todos os dias, através de uma solução ortodôntica inovadora que tem como missão liberar o potencial da vida das pessoas. E neste caso, fizemos isso através de um filme que está no coração de milhares de brasileiros, sejam adolescentes ou adultos. O objetivo dessa parceria é colocar um sorriso em todo mundo!”

Jovens atletas como incentivadores

Para dar início a essa campanha, a Universal Pictures realizará ações para divulgar a animação. Os jovens atletas, parceiros da marca, também estarão presentes nesses momentos para contar a novidade para o público. Entre eles, as surfistas Maya Carpinelli, de Santa Catarina, e Luara Mandelli, do Paraná, além do judoca Daniel Cargnin, gaúcho medalhista de bronze nas Olimpíadas de Tóquio, que são patrocinados pela empresa.

Trajetória de marketing da ClearCorrect

A ClearCorrect está prestes a completar três anos e meio de atuação no Brasil e comemora o sucesso das campanhas lançadas nos últimos meses. O primeiro trabalho global, em 2021, trazia o slogan #seusorrisoclearcorrect e instigava, por meio das redes sociais da marca, que os pacientes acessassem uma landing page e subissem vídeos de até um minuto contando a história por trás do sorriso deles. Devido à repercussão da ação, a marca abriu para que novos pacientes que quisessem transformar seus sorrisos. A campanha resultou no prêmio de melhor propaganda pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil no Paraná (ADVB/PR).

Para este ano, após ouvir e conhecer muitas histórias, a aposta da marca foi na campanha #pormaissorrisosreais, traduzindo um pouco do que foi mostrado pelos pacientes em 2021. “A ideia aqui é mostrar para os dentistas que eles são os reais responsáveis pelo tratamento, e para os pacientes, que o tratamento é também uma opção prática e segura”, complementa Giglio.

Crescimento do mercado

Criada em 2006, no Texas, a ClearCorrect chegou ao Brasil em 2018, com o primeiro centro de produção fora dos Estados Unidos. Desde então, a marca cresceu aproveitando o boom da odontologia estética. Em 2020, em plena pandemia, os alinhadores transparentes ganharam nova fábrica, em Curitiba (PR).

Sobre a ClearCorrect

A ClearCorrect é a segunda maior marca de alinhadores transparentes para tratamentos ortodônticos do mundo, pertencente ao Grupo Straumann, com produção concentrada na fábrica em Curitiba (PR). O sistema da ClearCorrect promove a movimentação dentária por meio de pressões exercidas em determinadas regiões do dente, resultando na remodelação óssea.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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