Colégio Imaculada Conceição anuncia novo Ensino Médio em 2021

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Mudanças na grade curricular, formação de professores e foco no Projeto de Vida dos alunos são as armas de colégio matogrossense para vencer desafios da Educação pós pandemia

O Colégio Imaculada Conceição anuncia a implantação do novo Ensino Médio na turma do 1° ano, já a partir do início de 2021. A escola segue a proposta elaborada pela equipe pedagógica do Sistema Positivo de Ensino para se adaptar desde já à reforma prevista na Base Nacional Comum Curricular. O novo currículo traz mudanças como a inclusão de itinerários formativos, uma grade específica que permite aos alunos optarem por diferentes trajetórias de estudo, além de aprofundar o conhecimento em áreas de afinidade do estudante. A reforma será obrigatória para todas as escolas públicas e privadas a partir de 2022.

Com a suspensão das aulas presenciais em 2020 e as inúmeras dificuldades impostas pela pandemia, a diretora do Colégio Imaculada Conceição, Irmã Leila Cardoso, afirma que é preciso redobrar os esforços para 2021. “Mesmo com um cenário incerto pela frente, não podemos permitir que nossos alunos sejam prejudicados em seu processo de aprendizagem. Para o próximo ano, preparamos todo um planejamento baseado na realidade do ensino híbrido e já iniciamos o trabalho de formação dos nossos professores para essa nova realidade”, ressalta a diretora. Além dos cursos de formação dos professores para adequação ao novo Ensino Médio, o colégio vai proporcionar aos docentes uma formação continuada de metodologias  ativas e gamificação. “Será uma formação de dez meses”, completa Irmã Leila.

A implantação da reforma mais cedo do que o exigido pela lei não é a única iniciativa da escola voltada para o Ensino Médio. Com o objetivo de investir cada vez mais na preparação dos alunos que estão prestes a tentar uma vaga de acesso a uma faculdade, o Imaculada Conceição vem realizando uma série de ações voltadas para os alunos do 1° ao 3° ano do Ensino Médio. em novembro, o Colégio promoveu um programa de orientação vocacional, em parceria com o curso de Psicologia da FAPAN (Faculdade do Pantanal), para ajudar os alunos no momento da escolha da profissão. 

A escola também ofereceu para os alunos do Ensino Médio uma série de encontros on-line para que possam começar a desenvolver o Projeto de Vida, um processo bem estruturado que visa promover junto aos alunos autoconhecimento, planejamento e prática, a fim de que eles aprendam a se conhecer melhor, identifiquem os potenciais, interesses e sonhos, definindo metas e estratégias para alcançar seus objetivos. “É um trabalho que visa a formação de jovens autônomos e protagonistas das próprias histórias de vida. Foram quatro encontros on-line bastante produtivos, em que os alunos receberam a orientação de especialistas da equipe do Sistema Positivo de Ensino e puderam refletir sobre suas aspirações, dúvidas e receios”, conta a diretora. 

A aluna Maria Cecília Curvo Gottardi Belote, do 3° ano, destaca como os encontros foram importantes para ela. “Foi de extrema importância a escola nos proporcionar a oportunidade de refletir sobre nossas vidas, sobre o que queremos e sobre o nosso futuro, com o auxílio de profissionais que nos fizeram enxergar muitos pontos fundamentais. Eu aprendi ali que devemos fazer nosso projeto de vida a lápis e não a caneta, justamente porque se lá na frente quisermos mudar de caminho, está tudo bem! E foi muito bom para mim perceber isso, porque eu estava um pouco perdida sobre o que vem a seguir, se vou conseguir alcançar meus objetivos, e o que farei caso não consiga. E como estamos em um ano atípico e difícil, em que é normal a gente se sentir meio perdido e ansioso, recebemos também várias dicas de como continuar focados e perseguindo nossos objetivos, apesar de tudo”, afirma a jovem.


Sobre o Sistema Positivo de Ensino

É o maior sistema voltado ao ensino particular no Brasil. Com um projeto sempre atual e inovador, ele oferece às escolas particulares diversos recursos que abrangem alunos, professores, gestores e também a família do aluno com conteúdo diferenciado. Para os estudantes, são ofertadas atividades integradas entre o livro didático e plataformas educacionais que o auxiliam na aprendizagem. Os professores recebem propostas de trabalho pedagógico focadas em diversos componentes, enquanto os gestores recebem recursos de apoio para a administração escolar, incluindo cursos e ferramentas que abordam temas voltados às áreas de pedagogia, marketing, finanças e questões jurídicas. A família participa do processo de aprendizagem do aluno recebendo conteúdo específico, que contempla revistas e webconferências voltados à educação.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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