Com atividades gratuitas, universidade promove Semana de Responsabilidade Social e ESG

A Universidade Positivo (UP) realiza, de 17 a 21 de outubro, a Semana da Responsabilidade Social e ESG (meio ambiente, sociedade e governança). A ação é coordenada pela Cruzeiro do Sul Educacional, com a participação das instituições pertencentes ao grupo. A iniciativa busca promover o bem-estar social e o crescimento sustentável, tendo como referência a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), alinhando-se com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da entidade.

A programação oferece atividades gratuitas em diversas áreas, como palestras, oficinas, orientações e fóruns, realizadas nos formatos presencial e remoto, voltadas à toda a comunidade da região da instituição, firmando o compromisso da UP em contribuir para a transformação da sociedade.

 

Serviço 

III Semana de Responsabilidade Social e ESG

De 17 a 21 de outubro de 2022

 

Programação presencial 

Quarta-feira, 19 de outubro

8h40 – “Empreendedorismo feminino”, com Cida Leite, da Associação Mulheres que Somam

Local: Unidade Santos Andrade (R. XV de Novembro, 950 – Centro)

 

14h – Orientação fisioterapêutica sobre qualidade de vida e bem-estar das pessoas

Local: Clínica de Fisioterapia da UP – Campus Sede (R. Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Ecoville)

 

Sexta-feira, 21 de outubro

9h30 – Fórum: Extensão e Sustentabilidade em Administração

13h30 – Fórum: Ensino na Prática e por Competências 2030

16h – Fórum: Carreira Docente ou Executiva em Administração? Uma proposta Sustentável

19h – Palestra: Desafios de Empreender e Inovar no Paraná

Inscrições e link de acesso para todas as atividades do dia: http://www.epead2022.com/

 

Programação online

Segunda-feira, 17 de outubro 

16h – Palestra: LGPD e os desafios de seu cumprimento no ambiente corporativo, com as professoras Heloisa Gripp e Patrícia Peck.

19h – Palestra: Estratégias para Prevenção do Câncer de Mama – Prevenção e Diagnóstico Precoce, com a enfermeira, Profa. M.ª Sandra Regina Lins do Prado e Profa. M.ª Geni Emília de Souza.

 

Terça-feira, 18 de outubro

09h – Palestra: Câncer de mama: Uma questão social, com a Profa. Dra. Adriana Valadares da Silva e Profa. M.ª Geni Emília de Souza.

11h30 – Oficina: Apadrinhamento Afetivo e Oficina de Pais e Filhos: contribuição social, com Profa. Volusia Aparecida Sales, Prof. Marcelo Ferreira Marella e Profa. Dra. Maria Elisabete Salina Saldanha.

Das 19h30 – Palestra: Manejo das dores social e familiar em final de vida, com Ricardo Tanabe, graduando do Curso de Serviço Social e Profa. M.ª Geni Emília de Souza.

 

Quarta-feira, 19 de outubro

14h – Oficina: Programa Bom Negócio – Planejamento Estratégico

Inscrições e link de acesso: http://www.bomnegocio.curitiba.br/programa/estrategias-processos/

19h  – Palestra: Saúde bucal –  como ajudar na prevenção de doenças sistêmicas?, com  a Profa. M.ª Raquel Lopes dos Santos e Profa. M.ª Geni Emília de Souza.

20h30 – Jogos Educativos

Inscrições e link de acesso: http://www.bomnegocio.curitiba.br/programa/estrategias-processos/

 

Quinta-feira, 20 de outubro

14h – Oficina: Programa Bom Negócio – Canvas

Inscrições e link de acesso: http://www.bomnegocio.curitiba.br/programa/estrategias-processos/

19h – Palestra: Promoção da saúde infantil: um olhar biopsicossocial, com Prof. Me. Danilo Cândido Bulgo e Profa. M.ª Geni Emília de Souza.

 

Sexta-feira, 21 de outubro

14h – Palestra: Deficiência e acessibilidade: desafios para uma sociedade inclusiva, com Profa. Dra. Ana Paula Oliveira Borges e Profa. M.ª Geni Emília de Souza.

 

Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em Ensino Superior entre as IES do Estado do Paraná e é uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta e mais de 400 mil metros quadrados de área verde no campus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A Instituição conta com três unidades em Curitiba (PR), uma em Londrina (PR), uma em Ponta Grossa (PR) e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de graduação, centenas de programas de especialização e MBA, seis programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam cerca de 3.500 metros quadrados. Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em up.edu.br/

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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