Com expansão no estado fluminense, Sicredi chega em Três Rios

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Nova agência no município começou a ser construída em novembro. Com 423 metros quadrados, local terá conceito eco-friendly, que visa à redução dos impactos ambientais

Em 2021, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4,8 milhões de associados em 1,9 mil agências em todo o Brasil, inaugura sua primeira agência no município de Três Rios (RJ). A unidade de atendimento será a quinta da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ e a 21ª, do Sicredi no estado. “Estamos realizando um trabalho de expansão que tem como objetivo principal levar os diferenciais do cooperativismo para a população fluminense. O modelo do Sicredi se destaca pela qualidade no relacionamento com um atendimento humanizado e opções de produtos financeiros adequados ao perfil e às necessidades dos associados, que podem participar das decisões estratégicas da cooperativa”, destaca o presidente da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, Santo Cappellari. 

A nova agência começou a ser construída em novembro e a cooperativa prevê que o projeto seja concluído em junho de 2021, em um investimento aproximado de R$ 2 milhões. Com 423 metros quadrados, o local terá conceito eco-friendly, com ações que visam a redução dos impactos ambientais. O espaço terá otimização da iluminação natural, geração de energia fotovoltaica, reaproveitamento de água da chuva e utilização de tecnologia para redução do uso de papel. 

De acordo com o presidente da cooperativa, antes da inauguração da agência, um escritório de negócios será montado no município, já no início do próximo ano, para iniciar o relacionamento com associados e aumentar a proximidade com a comunidade. “No escritório será possível realizar a abertura de contas e a contratação de diversos produtos e serviços”, explica.

Cooperativas X Bancos

As origens do Sicredi estão no surgimento da primeira cooperativa de crédito brasileira, em 1902, no Rio Grande do Sul. A instituição financeira cooperativa tem como diferencial um modelo de gestão que valoriza a participação das pessoas. Os associados votam e decidem sobre os rumos da sua cooperativa, tendo direito a uma parcela das ‘sobras’, como é chamado o resultado positivo de uma cooperativa de crédito. Além disso, desenvolve soluções de acordo com as necessidades dos associados. Como um importante instrumento de incentivo para o desenvolvimento econômico e social, os ativos dessas instituições são usados para financiar os próprios associados, mantendo os recursos nas regiões nas quais eles foram gerados.“Construir juntos uma sociedade mais próspera! Essa é a nossa missão. Estamos felizes em poder concretizar este grande projeto na cidade de Três Rios e mostrar a diferença que o Sicredi faz na vida dos associados e da comunidade”, destacou a gerente regional de desenvolvimento da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, Maria Joceli Kovalski.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros, como: conta corrente, poupança, cartões, financiamentos, investimentos, consórcios, seguros, dentre outros. 

 (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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