Comunidade se une em prol da educação

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Município de Rio Bom recebe Programa A União Faz a Vida, principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi

Há um provérbio que diz que é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança. Em Rio Bom (PR), isso acontece na prática. No dia 15 de março aconteceu o lançamento do Programa A União Faz A Vida (PUFV), principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi. A metodologia colaborativa e cooperativa do programa traz uma abordagem multidisciplinar para professores e alunos que aderem ao PUFV. Escolas que utilizam o programa apresentam uma melhora do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de, em média, 30%, em relação a outras instituições de ensino.
Em Rio Bom, município de atuação da Cooperativa Sicredi Agroempresarial PR/SP, a implantação do PUFV vai acontecer com 100% de suporte local, por meio de apoiadores que acreditam no poder da cooperação para transformar vidas e comunidades. A cooperativa possui em sua área de ação 11 municípios com o Programa implantado, atendendo quase sete mil alunos, em 42 escolas. No Brasil, são quase 300 municípios e mais de 220 mil crianças participantes.
O secretário de educação do município, José Carlos Freire, enalteceu a metodologia proposta pelo Programa e o suporte que o Sicredi dá aos professores durante todo o ano. Comentou também sobre as formações realizadas e que todos os educadores estão empolgados para iniciar as atividades por meio da metodologia, que promove o conceito de “escola sem muros”, realizando expedições investigativas e ações colaborativas com foco na solução dos problemas do município.
O evento contou com a presença do presidente da Sicredi Agroempresarial PR/SP, Agnaldo Esteves, do diretor executivo e do diretor de supervisão da Central Sicredi PR/SP/RJ, Maroan Tohme e Reginaldo José Pedrão, do diretor executivo da cooperativa, Marcelo De Bortoli, do gerente de programas sociais da Central Sicredi PR/SP/RJ André Alves de Assis, que é natural de Rio Bom, da gerente da agência da cidade, Camila Rocha, além de autoridades municipais: o vice-prefeito, Eufrasio Silva de Oliveira, e o secretário de educação, José Carlos Freire.  Também estiveram presentes os 16 apoiadores do PUFV em Rio Bom, educadores e membros da comunidade.
O diretor executivo da Central Sicredi PR/SP/RJ, Maroan Tohme, exaltou a iniciativa dos apoiadores, que acreditam em uma metodologia que já está em 120 cidades da Central PR/SP/RJ e em quase 300 em todo o Brasil. Disse também que esta ação serve como exemplo para futuras parcerias.
O presidente da Cooperativa, Agnaldo Esteves, agradeceu todo o apoio da comunidade de Rio Bom, que abraçou a ideia e superou todas as expectativas. “O Programa A União Faz a Vida é nossa prioridade na região e é uma iniciativa que só enaltece e coloca a cidade de como referência em todo estado”, afirmou.
Durante a noite, os apoiadores receberam uma homenagem da Cooperativa. Todos assinaram o Termo de Compromisso e as crianças da escola Monteiro Lobato e do CMEI João Paulo II fizeram uma apresentação cultural. Para finalizar o evento, o especialista em marketing e criatividade, Jean Siegel, ministrou uma palestra sobre Criatividade e Inovação.
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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