Construção Sustentável: Sicredi e A.Yoshii se unem para alcançar o selo LEED Platinum

Parceria visa certificação verde para obra em Jandaia do Sul (PR), priorizando eficiência energética e redução de resíduos sólidos

Sustentabilidade, eficiência e design de alto padrão definem a construção da nova sede do Sicredi Valor Sustentável PR/SP em Jandaia do Sul (PR). O Grupo A.Yoshii, com 58 anos no mercado e reconhecido nacionalmente pela pontualidade nas entregas e soluções construtivas inovadoras, é responsável pelo desenvolvimento dos projetos e construção do empreendimento, incluindo etapas de planejamento, suprimentos, gestão da qualidade, construção e gestão de terceiros.

Com previsão de conclusão em 24 meses, a obra de aproximadamente 7.500 metros quadrados vai impulsionar o setor de construção civil local, gerando mais de 110 oportunidades de empregos diretos e indiretos. A parceria inédita visa obter o selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) Platinum. O LEED é o selo ecológico com maior reconhecimento internacional e apenas 30 obras na região Sul do país conquistaram esse nível de certificação de edifício verde até hoje.

De acordo com o diretor de Obras Corporativas da construtora, Evandro Zagatto, diversas medidas estão sendo adotadas para garantir uma construção eficiente e sustentável, alinhada com a busca do cliente pelo selo LEED. “O Sicredi depositou toda a confiança em nossa equipe, reunindo duas das grandes expertises da empresa: a gestão de obras para clientes e o foco em construções de alto padrão. A conclusão desta obra representará um grande marco para ambas as empresas”, conclui. 

Com sete milhões de associados e 2.500 agências em todos os estados brasileiros, o Sicredi está entre as empresas de melhor reputação em Responsabilidade ESG, reconhecida pelo Ranking Merco 2022. “O Sicredi segue os ODS da agenda 2030 da ONU, por isso a parceria com a A.Yoshii vai de encontro a tudo que acreditamos, uma vez que a gestão ESG faz parte da nossa estrutura. O nosso grande propósito é a prosperidade do ser humano e o desenvolvimento comunitário. Nesse contexto, nos assemelhamos à A.Yoshii na responsabilidade social. Estamos trabalhando para construir um relacionamento de alto nível, respeito e camaradagem recíprocos, alicerçados pela confiança mútua”, fala o presidente da Sicredi Valor Sustentável, Plácido Caldas Filho.

A nova sede inclui um auditório para 300 pessoas, uma biblioteca e um espaço de memória para a comunidade local. A A.Yoshii, com sua expertise em gestão e equipes qualificadas,  acredita que a obra é o início de uma parceria  duradoura e bem-sucedida  entre as empresas.

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há 58 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do sul ao nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos voltados para o primeiro imóvel, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná e do interior de São Paulo; e pelo Instituto A.Yoshii, braço de responsabilidade social, com foco em educação, cultura e meio ambiente. Além disso, atua em obras corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como em usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshiiengenharia.com.br..

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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