Construtora paranaense recebe certificação sustentável

Projeto do Maison Legend Ecoville atende aos requisitos de qualidade ambiental de reconhecimento internacional

Um condomínio residencial programado para ser eficiente do projeto arquitetônico ao uso cotidiano e com o mínimo de impacto ambiental. Assim será o Maison Legend Ecoville, empreendimento da A.Yoshii Engenhariaque está sendo construído em Curitiba e recebeu o selo internacional de sustentabilidade AQUA-HQE (Haute Qualité Environnementale, traduzido como Alta Qualidade Ambiental), da Fundação Vanzolini.
De origem francesa, a certificação é um dos principais modelos de avaliação ambiental das construções no mundo e líder no Brasil com 454 edificações, mais de 8 milhões de m² de área construída e 48.000 unidades habitacionais avaliadas.
Até o momento, duas das quatro etapas do processo da certificação AQUA-HQE foram conquistadas pela A.Yoshii: a fase de pré-projeto e o projeto. Ao todo, são 14 objetivos de desempenho que devem ser atingidos em níveis base, boas práticas e melhores práticas, superando as exigências que correspondem à regulamentação vigente ou prática corrente, distribuídas equilibradamente em conforto, saúde e baixo impacto ambiental.
Benefícios ambientais e econômicos
O projeto do Maison Legend Ecoville prevê uma economia de 18% de água por apartamento e 38% nas áreas comuns; na manutenção e limpeza – 178.600 litros de água serão economizados por ano, devido ao sistema de reuso de água da chuva; e 3.141,2 Kw/h (cerca de R$2.000/mês, com base no preço do Kw/h cobrado) deixarão de ser comprados mensalmente da concessionária de energia, graças aos aquecedores solares que serão usados na piscina.
Entre as soluções de sustentabilidade, o empreendimento vai dispor de medidores individuais de água; adoção de índices de abertura das esquadrias de maneira que permita boa iluminação natural; janelas com desempenho acústico adequado; utilização de iluminação eficiente LED; e área permeável elevada, que garante uma gestão mais eficiente das águas pluviais.
O engenheiro da A.Yoshii Engenharia, Cleber Casado, afirma que um dos objetivos da empresa é continuar a alinhar os empreendimentos às práticas sustentáveis. “Todos nós sabemos que os recursos naturais do planeta estão cada vez mais escassos, então é nossa obrigação reutilizar, reciclar e economizar em todas as áreas possíveis. Dessa forma, cumprimos nosso papel e ajudamos na preservação da natureza”, destaca.
“Foi determinante para o sucesso do projeto e a conquista da certificação a postura e a determinação da A. Yoshii, que foi colocada em prática por todos os seus colaboradores”, afirma o coordenador da certificação AQUA-HQE, Manuel Carlos Reis Martins. Para a conquista da certificação, a equipe de projeto da A.Yoshii Engenharia contou com a consultoria de sustentabilidade da Ecobuilding. Segundo o arquiteto Antonio Macêdo Filhodiretor da consultoria, “a arquitetura do projeto está atenta à boa implantação e orientação do empreendimento e qualidade dos espaços. Além disso, os empreendedores se preocuparam com a especificação de equipamentos e sistemas de qualidade e com o atendimento às normas técnicas e às boas práticas”.
O desenvolvimento do Maison Legend Ecoville segue o mesmo padrão do Maison Heritage Ecoville, também da A.Yoshii Engenharia. No primeiro trimestre de 2017, a construção poupou 22,87% de água, 49,53% de energia e quase 60% na geração de resíduos. Para chegar a esses resultados, a empresa adotou algumas práticas sustentáveis como a utilização de sensores de presença para iluminação e a reutilização de água para limpeza de ferramentas e equipamentos.
 
SOBRE A A.YOSHII ENGENHARIA
A A.Yoshii Engenharia foi fundada em 1965 pelo engenheiro civil Atsushi Yoshii, em Apucarana (PR) e em 1969 transferiu sua sede para Londrina (PR). No início, cresceu executando obras pelo regime de empreitada global e, atualmente, desenvolve obras de grande porte, como usinas de açúcar e álcool e fábricas de papel e celulose.
No segmento de incorporação, com empreendimentos residenciais e comerciais construídos em importantes cidades do Paraná, a A.Yoshii se destaca pela qualidade e pontualidade na entrega. Em 2009, criou a Yticon, marca do Grupo focada no desenvolvimento de empreendimentos econômicos para quem procura seu primeiro imóvel.
Uma das características marcantes da empresa é atuar com equipe própria na execução de obras.
Com isso, a A.Yoshii se diferencia pela qualidade dos projetos, respeito aos prazos e atendimento ao cliente. O resultado figura em premiações e rankings nacionais realizados por grandes veículos de comunicação como o jornal Valor Econômico, revista Você S/A, e rankings como o Great Place to Work e ITC – Inteligência Empresarial de Construção, além do Prêmio VivaReal.
Sobre a Fundação Vanzolini
A AQUA-HQE é uma certificação internacional da construção sustentável desenvolvido a partir da certificação francesa Démarche HQE (Haute Qualité Environnementale) e aplicado no Brasil exclusivamente pela Fundação Vanzolini.
Desde seu lançamento em 2008 o Processo AQUA-HQE propõe um novo olhar para sustentabilidade nas construções brasileiras; seus referenciais técnicos foram desenvolvidos considerando a cultura, o clima, as normas técnicas e a regulamentação presentes no Brasil, mas buscando sempre uma melhoria contínua de seus desempenhos.
Em 2013 os organismos de certificação residencial-QUALITEL e não-residencial-CERTIVEA se juntam para criar a Rede Internacional de certificação HQE™, uma unificação de critérios e indicadores para todo o mundo, que cria uma identidade de marca única global, cujo órgão certificador passa a ser a Cerway, sempre fundamentado nas premissas da certificação HQE francesa.
Todos os referenciais de certificação terão um alinhamento de parâmetros para permitir a comparação dos valores avaliados, porém os níveis de exigência respeitarão sempre as especificidades e diferenças de cada país.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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