CPR Fácil do Sicredi é premiada na Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 6 milhões de associados e presença em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, teve a sua “CPR Fácil” premiada na Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito, que ocorreu de 17 a 20 de julho, em Glasgow, na Escócia. A aplicação do Sicredi venceu na categoria “2022 Digital Growth Award”, que reconhece soluções que promovem a inclusão financeira, a inovação e a escalabilidade.

O produto foi desenvolvido com conceito e processos simplificados e automatizados, de modo a atender às necessidades de crédito dos associados do segmento agro, através da Cédula de Produto Rural (CPR). Desde abril deste ano, quando foi lançado, foram liberados cerca de R$ 40 milhões por este novo instrumento financeiro, que além de ser 100% digital, tem contratação via aplicativo e possibilita a validação socioambiental por meio do CPF do contratante.

“Esperamos que esse produto possa inspirar outras cooperativas de crédito a implantar soluções desse tipo em suas comunidades”, afirmou Estefane Chaves, analista de Crédito Rural, ao receber o prêmio em nome do Sicredi.

Elisandro Rinaldi, especialista em Sistemas de Negócio, também presente na cerimônia, celebrou o momento como um reconhecimento de muitos anos de trabalho dentro do crédito rural no Sicredi. “O projeto está totalmente alinhado com nossas cooperativas. Tivemos muito envolvimento dos associados na criação deste produto e um empenho extraordinário de nossa equipe”, disse.

Na Assembleia Geral do Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (WOCCU, na sigla em inglês), que foi realizada durante a Conferência, também ocorreu a reeleição de Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da Central PR/SP/RJ, para o cargo de diretor do WOCCU até 2024. Ele representa o Sicredi na entidade desde 2009, já tendo atuado também como secretário-geral e tesoureiro.

“Recebo a notícia desta reeleição com muita alegria e ciente da responsabilidade do desafio em ampliar cada vez mais a participação do cooperativismo em nossa sociedade, promovendo seus valores e benefícios em todas as comunidades de atuação. Nesse sentido, a cooperação e a troca de experiência proporcionada por cooperativas de todo o mundo é um grande impulsionador deste trabalho”, afirma Dasenbrock.

O evento foi uma iniciativa do Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (WOCCU, na sigla em inglês) e teve o objetivo de proporcionar aprendizados e conexão entre profissionais de cooperativas de crédito em todo o mundo. Entre colaboradores e associados, o Sicredi teve cerca de 100 representantes na Conferência. Ao todo, a comitiva brasileira contou com mais de 300 pessoas, sendo a segunda maior entre todos os países presentes.

 

WYCUP e GWLN

Durante a Conferência, nove jovens ligados ao Sicredi participaram da programação do WYCUP, programa do Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito que incentiva e reconhece jovens lideranças por contribuições significativas às suas comunidades e cooperativas de crédito e que têm potencial de causar impacto global.

Os jovens foram premiados pelo WYCUP em edições anteriores e, assim, ganharam a possibilidade de participar presencialmente da Conferência deste ano: os vencedores de 2019 foram Carla Diana Oteiro Borre e Micheli Thiesen; em 2020, Vinícius Mattia; e em 2021, Ana Maria Marvulle Goffredo, Carolina Mussolini Celestino de Oliveira, Kelly Lima, Rafael Lopes de Oliveira, Guilherme Fernandes de Melo. Também integrou o grupo Camila Medeiros, que faz parte da iniciativa Comitê Jovem do Sicredi, a qual se conecta com o WYCUP.

O evento também teve a participação de mulheres ligadas ao Sicredi que fazem parte do Global Woman Leadership Network (GWLN), grupo do Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito, que promove a atuação e a conexão feminina no âmbito do cooperativismo e se conecta com a iniciativa Comitê Mulher do Sicredi, voltada à equidade de gênero e a capacitação de mulheres para formação de lideranças.

 

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.200 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros. 

 

Site do Sicredi: www.sicredi.com.br 

 

Redes Sociais: Facebook | Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube

 

Legenda: A aplicação do Sicredi venceu na categoria “2022 Digital Growth Award” na Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito
Créditos: Alan Peebles/WOCCU

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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