Curitiba recebe “evento felino” neste sábado (18)

[flgallery id=733 /]

HiperZoo celebra o Dia Mundial do Gato com mostra de raças e palestra

Para celebrar de forma especial o Dia Mundial do Gato, comemorado em 17 de fevereiro, o HiperZoo preparou diversas atrações para o público curitibano. O evento acontece neste sábado (18) e conta com uma mostra de raças felinas, palestra com especialista em comportamento animal, muitas promoções, sorteios e degustações.

Em parceria com a marca de rações Premier e o Clube do Gato do Paraná será realizada uma mostra com sete criadores, que apresentarão ao público os mais belos exemplares das raças Persa, Maine Coon, Exótico, Himalaio, American Shorthair, Ragdoll e Sphynx.
O objetivo da apresentação vai além de encantar o público com a beleza dos felinos, mas também mostrar as principais características dessas raças e esclarecer dúvidas dos tutores e interessados em adquirir um gato. A raça Maine Coon, por exemplo, desperta a atenção pelo tamanho. Um macho pode chegar a pesar 12kg e uma fêmea, 10kg. Não é à toa que os chamam de gatos gigantes.
O famoso Persa atrai os olhares pela sua pelagem longa e focinho curto, enquanto o American Shorthair possui pelos curtos e é famoso pela docilidade com as crianças. Outras duas raças muito parecidas com o persa são o Exótico e o Himalaio. O primeiro tem o focinho como do persa, porém os pelos são curtos e, o segundo, a pelagem também longa mas na coloração do gato siamês, a colourpoint. Já o Ragdoll destaca-se pelos olhos azuis, pelagem longa e porte grande e o Sphynx é famoso por não possuir pelos.
Quem quiser conhecer mais sobre esse universo poderá assistir à palestra sobre “Comportamento Felino”, com a especialista em adestramento e comportamento animal da Petness, Natalia Martins. Dicas sobre como adaptar um gato à casa, cuidados e enriquecimento ambiental farão parte do conteúdo da apresentação, que terá início às 14h30. Para participar basta doar 1kg de ração que será entregue a um grupo de proteção animal.
 
Mais informações
O espírito mais independente e os hábitos de higiene dos felinos parecem estar atraindo as pessoas no momento de escolher animais de estimação. Em pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população de gatos em domicílios brasileiros foi estimada em 22,1 milhões (dados coletados em 2013). “Os tutores de gatos são muito dedicados, investem bastante em brinquedos e estão sempre em busca de novidades. Por isso, separamos um espaço exclusivo na loja para trazer os principais lançamentos, desde brinquedos simples até móveis e estruturas que se encaixam perfeitamente à decoração da casa”, revela Patricia Maeoka, sócia-proprietária do HiperZoo. “E para celebrar o dia deles e agradar aos tutores, vamos promover esse evento com muito carinho, em parceria com experts no assunto”, complementa.
 
Serviço
Mostra de Gatos no HiperZoo
Quando: sábado, 18 de fevereiro, das 10 às 16h
Palestra sobre Comportamento Felino no HiperZoo
Quando: sábado, 18 de fevereiro, às 14h30
Inscrições: no local, mediante a doação de 1kg de ração
Rua Desembargador Westphalen, 3.448 – Curitiba/PR
Telefone: (41) 3078-0909
Site: www.hiperzoo.com.br
 
Sobre o HiperZoo
Inaugurado em outubro de 2016, o HiperZoo disponibiliza mais de 20 mil produtos e serviços voltados ao mercado pet. A loja possui dois andares, estacionamento próprio com 40 vagas e conceito de shopping center, numa área total de três mil metros quadrados.
Inspirado no mercado americano, o empreendimento é dividido em espécies e tamanhos de animais. Para as famílias com crianças, o lugar é um espaço de lazer, com aves silvestres, peixes das mais diversas espécies, lago de carpas, jardim vertical, répteis e pequenos animais, como furões, coelhos, hamsters e outros roedores. O espaço também conta com programação de eventos, palestras e treinamentos para pets e seus donos.
No piso superior, o consumidor encontra uma boutique pet, rações e área de produtos para cães e gatos, além de um espaço kids. Na parte inferior, as alas dos peixes, das aves, dos répteis, pequenos pets e animais de fazenda. Uma área especial de casa e jardim oferece produtos para a parte externa das residências e todos os tipos de medicamentos.
O piso inferior abriga também uma área de convivência, com cafeteria, entre o lago de carpas e o centro de estética animal, que é uma atração à parte. Com capacidade de atendimento de 500 pets por semana e área exclusiva para gatos, o centro de estética HiperZoo oferece desde os banhos e tosas mais simples, aos verdadeiros rituais de beleza, como cauterização de pelos, banho de vinho e hidratação marroquina.
O HiperZoo conta também com consultórios veterinários e espaço para eventos, que irá abrigar festas temáticas para os bichinhos de estimação, com direito a lista de presentes e bolo de aniversário especial. Na segunda fase do plano de expansão, serão construídos hospital veterinário, hotel e creche 24 horas para animais. Até o final de 2017, o empreendimento ultrapassará 5 mil metros quadrados.

Share:

Latest posts

*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.
Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário
Divulgação Valmet
Valmet amplia segurança em linhas de conversão de tissue com tecnologia que reduz exposição à poeira

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >
Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.
Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário
Trajetória marcada pela inovação e pela ampliação do acesso à saúde bucal coloca o fundador da Neodent...
Saiba mais >
Divulgação Valmet
Valmet amplia segurança em linhas de conversão de tissue com tecnologia que reduz exposição à poeira
Conceito do Sistema DustControl faz parte de uma abordagem mais ampla da Valmet para elevar os níveis...
Saiba mais >
Campanha2026-CityCenter02-1
A psicologia do bom negócio: City Center Outlet Premium lança campanha focada no consumo inteligente e na autonomia do cliente
Com o conceito “Muito mais por muito menos”, nova estratégia institucional para 2026 acompanha...
Saiba mais >