Curitiba recebe Primavera de Vivaldi na estação mais florida do ano

Há mais de 30 anos, em Veneza, nascia um dos grupos de música clássica mais importantes da cena artística mundial contemporânea. Reconhecidos internacionalmente pela marcante presença e interpretação “toda italiana” das peças de nomes como Vivaldi e Paganini, os Interpreti Veneziani terminam a temporada brasileira no dia 30 de outubro, no palco do Teatro Positivo, em Curitiba.

Esta já é a 33ª temporada de concertos do Interpreti Veneziani, que leva mais de 60 mil espectadores todos os anos para salas de concerto espalhadas pelo mundo. O grupo também se apresenta regularmente em grandes festivais de música, como os Festivais de Melbourne, na Austrália, Bayreuth, na Alemanha e Václav Hudeček, em Praga, na República Tcheca. “Estados Unidos, Japão, Canadá e América Latina se alternam todos os anos no calendário do grupo, com concertos nas salas mais prestigiadas. Em 2013 tocaram pela primeira vez na Índia. Este ano, voltam à América Latina e ao Japão”, conta Steffen Dauelsberg, CEO da DellArte Soluções Culturais, que traz o grupo para o Brasil.

A apresentação traz um programa diferenciado, como parte do projeto “Clássicos Positivo” em comemoração aos 50 anos do Grupo Positivo. Desde 2018, o projeto tem uma programação anual de incentivo à música clássica, patrocinando orquestras e concertistas nacionais e internacionais. Na capital paranaense, os Interpreti Veneziani executam “As quatro estações”, considerada a obra prima de Vivaldi, além de obras de Giovanni Reali e Niccolò Paganini. Os ingressos custam a partir de R$ 40,00 e podem ser adquiridos no site do Disk Ingressos.

 

Serviço

Interpreti Veneziani – Curitiba – Brasil

Local: Teatro Positivo – Universidade Positivo (Campus Ecoville) – R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido, Curitiba-PR

Quando: domingo, 30 de outubro de 2022, às 18h

Ingressos: www.diskingressos.com.br

Mais informações: https://www.dellarte.com.br/content/interpreti-veneziani-curitiba-teatro-positivo

 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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