Curitiba Vôlei disputa Campeonato Estadual em Minas Gerais

Partidas visam à preparação do time curitibano para a Superliga Feminina

Com foco na preparação para a Superliga Feminina, a equipe do Curitiba Vôlei segue para Minas Gerais para competir no Campeonato Estadual, a convite da Federação Mineira de Voleibol. Além disso, a equipe tem uma partida amistosa marcada para o dia 4 de novembro com o Minas, campeão da última temporada. 

A participação marca o reencontro do técnico Duda Nunes com a ex-equipe. “Fiquei muito feliz com a oportunidade de reencontrar o Minas em uma partida amistosa antes da Superliga e agora assumindo um novo desafio”, conta. Além disso, a qualidade do campeonato também é positiva para o técnico. “O estadual mineiro tem equipes excelentes e que vão brigar entre os primeiros da Superliga. Com certeza voltaremos com muita bagagem para nossa temporada”, explica Duda. 

Os jogos em Minas Gerais serão o aquecimento do Curitiba Vôlei, que fará sua estreia na Superliga no dia 12 de novembro, na Universidade Positivo, contra o SESC-RJ. “Nós queremos agradecer à Federação Mineira pelo convite e também ao Minas pelo amistoso. Será uma grande oportunidade para o Curitiba Vôlei”, finaliza Gisele. O estadual mineiro acontece entre os dias 5 e 7 de novembro.

As atletas relacionadas para a temporada 2019/2020 do Curitiba Vôlei são: 

  • Viviane de Góes Araújo – Vivi – central
  • Valeska Menezes – Valeskinha – central
  • Mariana Aquino – Mari Aquino – central
  • Mayara Santana – Mayara Santana – central
  • Claire Felix – Claire – central
  • Ana Eliza Caetano de Camargo – Aninha – líbero
  • Georgia Zanluca Cattani – Georgia Cattani – líbero
  • Sabrina Machado – Sabrina Machado – oposta
  • Sara Dias – Sara Dias – oposta
  • Maria Alejandra – Alejandra – levantadora
  • Liv Stephania Sauer Fortes – Liv – levantadora
  • Bárbara Alcantara – Bárbara – levantadora
  • Talia Costa – Talia – ponteira
  • Viviane Braun – Vivi Braun – ponteira
  • Yasmin Lara – Yasmin – ponteira
  • Dayse Figueiredo – Dayse – ponteira

Sobre o Curitiba Vôlei

Idealizado pela ex-tenista Gisele Miró, o Projeto do Curitiba Vôlei já conquistou dois vice-campeonatos, sendo um na Superliga B e outro na Taça Ouro. Já em 2018, a equipe fez história com a conquista do título da Superliga B e a garantia de uma vaga na elite do voleibol brasileiro, disputando a Superliga Brasileira de Voleibol Feminino e alcançando os playoffs da competição. Em parceria com a Universidade Positivo, o time adotou a capital paranaense como sua casa e traz de volta o vôlei ao cenário do esporte curitibano. 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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