Curitiba volta a ter equipe feminina de vôlei

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MADERO CWB vai representar a cidade na disputa por uma vaga na Superliga

Curitiba, 28 de junho de 2017 – Um projeto apadrinhado por dois grandes esportistas de Curitiba. Que têm no DNA a paixão pelo esporte. É assim que nasce o MADERO CWB, única equipe feminina profissional de vôlei de Curitiba, que será apresentada oficialmente nesta sexta-feira (30). Por trás da iniciativa, a ex-tenista Gisele Miró e o ex-jogador, campeão olímpico de vôlei, Giba.
A meta dos dois é resgatar a paixão do curitibano pelo vôlei, esporte que teve seus tempos áureos na cidade há mais de uma década. “É um grande desafio. Quero muito ver o vôlei feminino que fez tanto sucesso na época do Rexona de volta a Curitiba. Com o Giba como padrinho e o empenho das atletas e comissão técnica temos a oportunidade de realizar este sonho”, diz Gisele. “Curitiba respira vôlei, sempre foi assim. A cidade tem um potencial muito grande, mas que não era explorado”, ressalta Giba.
A equipe foi montada com foco principal na disputa da Taça Ouro, que acontece nos dias 2, 3 e 5 de agosto, no ginásio do Sesi, em Santo André. A competição garante ao campeão a única vaga ainda em jogo na Superliga. As partidas serão na casa dos adversários, outros dois times paulistas – Renata Valinhos Country e Sesi SP. “O período de preparação é curto, mas estamos com um time muito bom, focado nesse objetivo e que vem se fortalecendo dia após dia”, diz Clésio Prado, técnico da equipe e que também começou a carreira em Curitiba.
O MADERO CWB é formado por 15 atletas, sendo que nove delas estavam jogando fora do Brasil. No elenco constam nomes como Valeskinha e a levantadora Fernandinha – duas medalhistas de ouro olímpicas. A assistência técnica será de Tatiana Ribas, que já trabalhou com Bernardinho e vem comandando os treinos em dois turnos com as meninas, de segunda a sábado. Outro nome de peso na comissão técnica é o do médico Álvaro Chamecki, que possui ampla experiência no esporte.
A mobilização em torno do projeto uniu iniciativa pública e privada da capital. “O Madero nasceu em Curitiba e temos paixão por essa cidade. Por isso, apoiamos o projeto para que a cidade volte à elite do vôlei nacional”, diz Junior Durski, chef e presidente da rede de restaurantes Madero. A ideia é que a relação entre o time e a cidade seja cada vez mais próxima, com ações sociais e outros projetos comunitários. “Queremos trazer para Curitiba essa mentalidade que se vê muito na Europa de a cidade participar e perceber que pode também usufruir de uma iniciativa como essa”, completa Giba. “Espero que seja um projeto com vida longa e que, a partir desta iniciativa, as portas do vôlei se abram para as novas gerações”, finaliza Gisele.
Além do Madero, o time conta com outros patrocinadores, como Copel Telecom e Ueg, e apoio do Círculo Militar do Paraná, Universidade Tuiuti do Paraná, Zebra, Imobiliária Prates, L´Equipe, Clínica de Ortopedia Artro, Woods, Bourbon Convention Hotel, Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude e Secretaria de Estado do Esporte e Turismo do Governo do Paraná.
Confira quem está no MADERO CWB:
Atletas
Fernandinha
Valeskinha
Thayná
Mari Brito
Bru Silva
Maiara Basso
Ana Luiza
Ma Portuga
Mari Aquino
Fernanda Guimarães
Dani
Mariana
Verônica
Fofinha
Comissão técnica
Clésio Prado – técnico
Tatiana Ribas – assistência técnica
André Corrêa – estatística
Guilherme Braga – preparador físico
Álvaro Chamecki – médico
Assessoria de Imprensa MADERO CWB
Central Press
Carolina Gomes – carolina@centralpress.com.br
3026-2610 / 98439-1980
Claudio Stringari – claudio@centralpress.com.br

Assessoria de Imprensa (Interna Madero)
Atendimento
Emília Silveira – emilia.silveira@restaurantemadero.com.br
(41) 3017 6533 | 98886.4525
Thalita Fernandes – imprensa@restaurantemadero.com.br
(41) 3017 6523
Coordenação
Raphaella Requião Bicca – raphaella.requiao@restaurantemadero.com.br
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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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